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Quantas Marianas serão necessárias até que o Brasil reveja seu modelo de desenvolvimento?

02/12/2016, às 11:18 | Tempo estimado de leitura: 2 min
Vídeo produzido pela Fase, Rede Brasileira de Justiça Ambiental (RBJA) e Comitê Nacional em Defesa dos Territórios Frente à Mineração questiona a falta de regulação do setor mineral no país e propõe alternativas.

Quantas Marianas (MG) serão necessárias para que o Brasil reveja seu modelo de desenvolvimento? Por que a mineração tem prioridade e preferência no uso do território sobre comunidades tradicionais, quilombolas, indígenas? Até quando as grandes mineradoras vão explorar nossos recursos naturais para obter lucros sem levar em conta os muitos prejuízos socioambientais que provocam nas regiões onde atuam? Essas e outras questões são postas em xeque no vídeo “Não Foi Acidente”, produzido pela Fase, Rede Brasileira de Justiça Ambiental (RBJA) e Comitê Nacional em Defesa dos Territórios Frente à Mineração.

Além de relembrar as irresponsabilidades da empresa Samarco (Vale-BHP Billiton), responsável pelo maior crime socioambiental do Brasil, o vídeo destaca que o crime ambiental está relacionado a uma lógica que se repete pelo país, ameaçando a biodiversidade, a economia local e os modos de vida de populações em diversos territórios.

Leia mais sobre o vídeo e nosso torto modelo de mineração no site da Fase.

Leia também:

Novo vazamento de caulim no Pará revela mais uma vez a irresponsabilidade do setor mineral na Amazônia

Vamos falar um pouco mais de questões socioambientais?

Categoria: Notícia
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