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Entenda como a PEC 55 obriga o país a fazer uma reforma da Previdência na marra

01/12/2016, às 3:40 PM | Tiempo estimado de lectura: 3 min
Evento em Brasília neste sábado reúne especialistas para debater a reforma previdenciária que o Brasil precisa e quer. O Inesc participará de uma das mesas.

Qual a reforma da Previdência Social que o Brasil precisa? Essa reforma é realmente necessária? Essas e outras questões fundamentais sobre o assunto estarão em debate no encontro «Diálogos em Construção – Qual a Reforma da Previdência Social Queremos?», que será realizado nesta sábado (3/12) no Centro Cultural de Brasília.

O encontro é uma parceria do projeto Direitos Sociais e Saúde: Fortalecendo a Cidadania e a Incidência Política com o Observatório Nacional de Justiça Socioambiental Luciano Mendes de Almeida e faz parte do Encontro de Redes Nacionais que reúne entidades e organizações que atuam no campo da defesa dos direitos sociais. A entrada é gratuita.

Estão previstas duas mesas durante o encontro. A primeira, entre 8h30 e 12 horas, terá Luciano Fazio, especialista previdenciário e autor do livro «O Que é Previdência Social?», fazendo um diagnóstico do Regime Geral de Previdência Social. A segunda mesa ocorrerá entre 13h30 e 16h30 com os convidados Clóvis Roberto Scherer (Dieese), Grazielle David (Inesc), Evilásio Salvador (UnB) e Floriano Martins de Sá (Anfip) debatendo o Regime Geral de Previdência Social proposto pelo governo Temer.

Nossa assessora política Grazielle David centrará sua fala nas consequências da PEC 55 (ex-241) sobre a política de seguridade social no país (saúde, previdência e assistência social) e como a sua aprovação força uma reforma da Previdência sem o devido debate – afinal de contas, pela PEC 55, os gastos públicos ficarão congelados por 20 anos, reduzindo drasticamente o volume de recursos disponíveis para o sistema previdenciário brasileiro.

De acordo com Luiz Bassegio, coordenador geral do projeto, o momento requer discussão e informação de qualidade para que, juntos, se possa ter um posicionamento firme contra as ameaças de retrocessos. “Não podemos admitir que direitos históricos sejam simplesmente retirados de nossa Constituição. Para isso, estamos nos unindo em informação segura, nos articulando em rede para vencer mais essa luta”, afirmou.

 

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