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Desigualdade: isso é da sua conta!

Publicado em 10/05/2017 15:31

Campanha Nacional pela Redução da Desigualdade Social no Brasil pede mudança no modelo tributário, preservação e amplicação de direitos sociais e aumento dos investimentos públicos em educação, entre outros pontos.

Os dados socioeconômicos do Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) apresentados hoje pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) no Brasil, juntamente com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), não deixam dúvidas: temos um dos países mais desiguais do mundo. O que podemos fazer para mudar esse quadro? O Fórum Nacional pela Redução da Desigualdade Social, do qual o Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc) faz parte, tem algumas sugestões e elas fazem parte da Campanha Nacional pela Redução da Desigualdade Social no Brasil que será lançada nesta quinta-feira (11/5) em Brasília, a partir das 9h30 no auditório Nereu Ramos, na Câmara dos Deputados.

O lema da campanha é "Desigualdade: isso é da sua conta" e ela está estrutura em seis eixos:

* Mudar o modelo tributário

* Preservar e ampliar os direitos sociais

* Preservar e ampliar políticas públicas de valorização do trabalho

* Aumentar investimentos públicos em educação

* Reforçar a função social do Estado

* Ampliar a democracia e a participação social

A carga tributária brasileira é uma das mais injustas do planeta, pesando demais a população mais pobre, enquanto alivia para quem tem grande riqueza. Esse modelo tem que mudar para que as desigualdades no país sejam reduzidas. O manifesto da campanha destaca que alguns países têm um modelo de tributação mais justo, como os europeus, com cobrança de impostos mais focada sobre a renda do capital e grandes fortunas - a proporção é de 67% sobre a renda do capital e 33% sobre o consumo e a renda do trabalho. Enquanto isso, no Brasil, o percentual é inverso - 72% da arrecadação de tributos se dá sobre o consumo e a renda do trabalho, e apenas 28% sobre a renda do capital e a riqueza.

A Campanha Nacional é liderada pelo Conselho Federal de Economia (Cofecon) e tem o apoio de 26 organizações, entre elas o Inesc.

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