Reeleito pelo Conselho de Ética, Izar defende mudanças
Publicado em 27/11/2006 16:53
Agência Câmara
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O deputado Ricardo Izar (PTB-SP) foi reeleito nesta quinta-feira, com 9 votos, presidente do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar pelos próximos dois anos. Izar disputou o cargo com José Eduardo Cardozo (PT-SP), que obteve 6 votos. Depois da eleição, Izar anunciou que encaminhará em 20 dias ao presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia, uma proposta de reformulação das regras do conselho.
Izar defende, por exemplo, a contagem dos prazos do órgão em dias corridos e não mais no número de sessões plenárias. Ele quer ainda a ampliação do número de integrantes do conselho para que todos os partidos participem. Hoje, o conselho conta com 15 integrantes titulares e 15 suplentes.
Nas decisões do Plenário, Izar defende o voto aberto nos casos de cassação de mandato, mas disse que espera um novo mandato mais calmo. "Igual aos dois anos passados vai ser impossível acontecer. Ninguém esperava que iríamos julgar quase 100 processos. Eu espero que isso não aconteça", disse, em referência aos processos abertos contra deputados acusados de envolvimento com o "mensalão" e com a "máfia das ambulâncias".
Outra proposta que deve ser levada ao presidente Arlindo Chinaglia, segundo Izar, é a de convocação de testemunhas pelo Conselho de Ética. Hoje, o órgão apenas pode fazer convites.
Disputa tranqüila
José Eduardo Cardozo disse que o resultado da votação para a presidência do conselho já era esperado. Na sua opinião, não ficou claro se a vaga era do PT ou não e houve uma demora na definição de sua candidatura. Ele afirmou, no entanto, que não há conflito com o PTB e que a disputa foi tranqüila.
Assim como Izar, Cardozo se disse favorável à proposta de eleição do presidente do órgão pelo Plenário. "O conselho tem que ter uma direção voltada para toda a Casa, não para representações isoladas", disse Cardozo.
Veja a atual composição do Conselho de Ética
O deputado Ricardo Izar (PTB-SP) foi reeleito nesta quinta-feira, com 9 votos, presidente do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar pelos próximos dois anos. Izar disputou o cargo com José Eduardo Cardozo (PT-SP), que obteve 6 votos. Depois da eleição, Izar anunciou que encaminhará em 20 dias ao presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia, uma proposta de reformulação das regras do conselho.
Izar defende, por exemplo, a contagem dos prazos do órgão em dias corridos e não mais no número de sessões plenárias. Ele quer ainda a ampliação do número de integrantes do conselho para que todos os partidos participem. Hoje, o conselho conta com 15 integrantes titulares e 15 suplentes.
Nas decisões do Plenário, Izar defende o voto aberto nos casos de cassação de mandato, mas disse que espera um novo mandato mais calmo. "Igual aos dois anos passados vai ser impossível acontecer. Ninguém esperava que iríamos julgar quase 100 processos. Eu espero que isso não aconteça", disse, em referência aos processos abertos contra deputados acusados de envolvimento com o "mensalão" e com a "máfia das ambulâncias".
Outra proposta que deve ser levada ao presidente Arlindo Chinaglia, segundo Izar, é a de convocação de testemunhas pelo Conselho de Ética. Hoje, o órgão apenas pode fazer convites.
Disputa tranqüila
José Eduardo Cardozo disse que o resultado da votação para a presidência do conselho já era esperado. Na sua opinião, não ficou claro se a vaga era do PT ou não e houve uma demora na definição de sua candidatura. Ele afirmou, no entanto, que não há conflito com o PTB e que a disputa foi tranqüila.
Assim como Izar, Cardozo se disse favorável à proposta de eleição do presidente do órgão pelo Plenário. "O conselho tem que ter uma direção voltada para toda a Casa, não para representações isoladas", disse Cardozo.
Veja a atual composição do Conselho de Ética























