Brasil tem 1819 pontos vulneráveis à exploração sexual infanto-juvenil em rodovias, mostra relatório
Publicado em 27/11/2006 16:53
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As rodovias federais brasileiras têm 1.819 pontos vulneráveis à exploração sexual de crianças e adolescentes em rodovias. É o que concluiu um estudo divulgado nesta quarta-feira, fruto de uma parceria da Polícia Rodoviária Federal com a Organização Internacional do Trabalho.
Um ponto vulnerável significa um local em que pode haver exploração, como postos de gasolina, hotéis, boates, restaurantes e estacionamentos para caminhões. Em cada ponto, pode haver mais de um estabelecimento que favorece a prática do crime.
No km 727 da BR 163, em Mato Grosso do Sul, por exemplo, foram localizados um bar, um restaurante e uma boate, todos vulneráveis à exploração sexual infanto-juvenil.
Com 476 trechos destacados, a região Sudeste é a mais vulnerável. E Minas Gerais, com 290 pontos, é o Estado que mais favorece a exploração sexual infanto-juvenil.
Em contrapartida, em Sergipe, há apenas dois e, no Amapá, de acordo com o estudo, não há nenhum. "Não foram localizados pontos vulneráveis à exploração sexual infantil nas rodovias federais que cortam o Amapá", diz trecho do texto do relatório.
As rodovias federais brasileiras têm 1.819 pontos vulneráveis à exploração sexual de crianças e adolescentes em rodovias. É o que concluiu um estudo divulgado nesta quarta-feira, fruto de uma parceria da Polícia Rodoviária Federal com a Organização Internacional do Trabalho.
Um ponto vulnerável significa um local em que pode haver exploração, como postos de gasolina, hotéis, boates, restaurantes e estacionamentos para caminhões. Em cada ponto, pode haver mais de um estabelecimento que favorece a prática do crime.
No km 727 da BR 163, em Mato Grosso do Sul, por exemplo, foram localizados um bar, um restaurante e uma boate, todos vulneráveis à exploração sexual infanto-juvenil.
Com 476 trechos destacados, a região Sudeste é a mais vulnerável. E Minas Gerais, com 290 pontos, é o Estado que mais favorece a exploração sexual infanto-juvenil.
Em contrapartida, em Sergipe, há apenas dois e, no Amapá, de acordo com o estudo, não há nenhum. "Não foram localizados pontos vulneráveis à exploração sexual infantil nas rodovias federais que cortam o Amapá", diz trecho do texto do relatório.























