Ir para o conteúdo. | Ir para a navegação

Ferramentas Pessoais
Seções
Você está aqui: Página Inicial Notícias Notícias Gerais 2007 Abril De 1996 a 2005, Brasil cresceu menos que ricos
Você está aqui: Página Inicial Notícias Notícias Gerais 2007 Abril De 1996 a 2005, Brasil cresceu menos que ricos

De 1996 a 2005, Brasil cresceu menos que ricos

Publicado em 27/11/2006 16:53

BBC Brasil

BBC Brasil

Valquíria Rey
de Roma

Na década compreendida entre 1996 e 2005, o crescimento econômico do Brasil ficou muito atrás da média dos países emergentes e também das nações ricas.

Dados compilados pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), divulgados nesta semana em Roma, mostram que entre 1996 e 2005, a expansão do Brasil ficou em 2,2% em média.

Nas nações consideradas desenvolvidas, a taxa média de crescimento de 1996 a 2005 foi de 2,7%.

No mesmo período, os emergentes avaliados pela OCDE apresentaram expansão média da economia maior do que a brasileira. A média emergente, excluindo o Brasil, ficou em 5,1%.

A China teve crescimento médio de 9%, seguida pela Índia, com 6,4%, Turquia, 4,3%, Rússia, 4%, México, 3,7%, e África do Sul, 3,3%.

Suíça, Alemanha, Itália e Japão apresentaram os piores desempenhos, cresceram em média menos de 2% ao ano entre 1996 e 2005.

Segundo o levantamento, República Tcheca, Polônia, Hungria e Eslováquia, países do antigo bloco comunista, tiveram quedas expressivas nos primeiros anos de transição para a economia de mercado. Mas, agora, estão entre os que apresentam crescimentos mais altos. A expectativa é de que fiquem acima da média até 2007.

Para a OCDE, organização que reúne 30 membros da Europa, América do Norte, Ásia e Oceania e mantém relações com mais de 70 países, um dos problemas que afetam o crescimento brasileiro é o nível de investimentos em formação de capital, tanto na compra de máquinas e equipamentos, quanto na construção de novas instalações para fábricas.

Os investimentos nessa área representaram 21,8% do PIB das economias mais ricas em 2005. No Brasil, a taxa foi de 19,9%.

Ações do documento

Comentários (0)

Apoio Institucional
  • apoio20.png
  • apoio19.png
  • apoio18.png
  • apoio17.png
  • apoio15.png
  • apoio14.png
  • apoio13.png
  • apoio12.png
  • apoio11.png
  • apoio10.png
  • apoio9.png
  • apoio8.png
  • apoio7.png
  • apoio6.png
  • apoio5.png
  • apoio4.png
  • apoio3.png
  • apoio2.png
  • apoio1.png