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A nova família - adoção por homossexuais

Publicado em 19/12/2006 11:18

Rits/Luísa Gockel. Colaborou Maria Eduarda Mattar.

A notícia da adoção da menina Theodora por parte de um casal de homossexuais masculinos de Catanduva (SP) - os cabeleireiros Júnior de Carvalho e Vasco Pedro da Gama – intensificou as expectativas de que a adoção de crianças por casais homoafetivos ganhe novo fôlego daqui para frente.

De acordo com a psicanalista e mestre em Família e Adoção pela PUC-Rio, Cynthia Ladvocat, já houve dois casos anteriores de adoção por homossexuais mulheres. Um deles envolveu a guarda do filho da cantora Cássia Eller por sua companheira. Ela obteve a guarda do menino com o qual já convivia e teve o direito de continuar uma convivência já estabelecida anteriormente.

Cynthia, que também é diretora do Instituto Mosaico,  que junto com a ONG Terra dos Homens trata do tema da adoção, destaca que a decisão do juiz de Catanduva é inédita. “Até então somente homossexuais declarados obtiveram o direito à adoção, em processos individuais, mesmo que mantendo relações duradouras e estáveis”, explica. O casal que conseguiu a guarda de Theodora mantém uma união de 13 anos.

Ela lembra que a adoção por casais homossexuais vem acontecendo já em alguns países, sendo a Espanha o país que aceitou mais recentemente a união homoafetiva e a adoção de crianças por casais do mesmo sexo. “Agora, no Brasil, temos esses casos recentes, que torna a jurisprudência um fato e abre espaço para outros casos”, acredita Cynthia.

A lei

Dois pontos legais devem ser destacados quando o assunto é adoção: o primeiro deles é princípio do “melhor interesse da criança”, indicado no artigo 3.º da Convenção Internacional sobre os Direitos da Criança (ONU, 1989). Dessa forma, fica assegurado que o bem-estar da criança deve vir primeiro do que qualquer interesse dos pais.

O segundo ponto é a regulamentação do artigo 227 da Constituição através da Lei nº 8.069/90, o famoso Estatuto da Criança e do Adolescente, que materializou o direito da criança e do adolescente de terem asseguradas a convivência familiar e comunitária.

Cynthia Ladvocat explica que, do ponto de vista legal, não existe nenhum impedimento para que homossexuais adotem crianças, pois a sexualidade de cada postulante à adoção não faz parte dessa avaliação. “Para que pais possam adotar, eles devem ser avaliados pelo serviço social e de psicologia como indivíduos capazes de prover a uma criança um ambiente saudável, afetivo e que supra as necessidades físicas e psicológicas para o seu bom desenvolvimento”, afirma.

Para a presidente da Comissão de Infância e Juventude do Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM), Tânia da Silva Pereira, tradicionalmente a Constituição reconhece como entidade familiar a união estável entre homem e mulher, mas tem reconhecido também outras formas de convivência, como uma pessoa sozinha com filhos.

Tânia, que também é professora de Direito de Família e Direito da Criança e do Adolescente da PUC-RJ, explica que as “entidades familiares” identificadas no nosso sistema jurídico não foram suficientes para atender às necessidades de proteção. Outras formas de família estão reconhecidas nesta mesma categoria constitucional para obterem a proteção do Estado.

“Os tribunais têm reconhecido outras entidades familiares, como dois irmãos morando na mesma casa. Dessa forma, a casa passa a ser um bem de família e não pode ser penhorado. A Justiça começa a trabalhar com outras composições”, explica.

Segundo ela, é importante lembrar que, apesar de não haver uma lei que diga expressamente que é possível a adoção por casais homoafetivos, esse direito pode ser concedido baseado em princípios constitucionais. “Não existe uma base legal, mas o direito brasileiro se constrói com a jurisprudência”, avalia a advogada.

O presidente da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transgêneros (ABGLT), Marcelo Nascimento, acredita que o direito à adoção é "um direito humano imprescindível, um gesto de solidariedade que independe que orientação sexual, além do fato de homossexuais também terem sentimento de paternidade e maternidade. Assim como os heteros, nós também gostaríamos de adotar em conjunto, filhos e filhas”, defende.

Segundo Nascimento, a decisão judicial tomada em Catanduva ajuda a derrubar a concepção tradicional de família. “Um casal gay ou lésbico também constitui uma família. O valor principal para caracterizar uma família é, sobretudo, a afetividade entre duas pessoas. A democracia só será completa quando, na prática e na legalidade, garantir o direito a eqüidade entre heterossexuais e homossexuais, inclusive na adoção”, acredita.

O desenvolvimento emocional

A professora de Direito Tânia da Silva Pereira lembra em artigo que “a falta de identificação com alguma pessoa de forma continuada e afetuosa conduz ao desenvolvimento de um quadro conhecido como “hospitalismo”, manifestado em crianças abrigadas em instituições, sem afastar a possibilidade de desenvolver um “quadro psicotizante” pela falta de uma segura referência materna e familiar.

Segundo ela, a experiência vivida em tais instituições acrescenta problemas na vida dessas crianças e adolescentes, que já estão marcadas pelo sofrimento decorrente da orfandade, do abandono e, muitas vezes, de maus-tratos. “Priorizo sempre a possibilidade de a criança estar num ambiente familiar do que num abrigo. Muitas vezes, uma família de acolhimento é melhor do que a família biológica”, diz.

Para o representante da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Dom Rafael Cifuentes, a adoção da Theodora por um casal homoafetivo é “pertubadora”. Ele acredita que quando a menina alcançar a adolescência, os efeitos negativos da adoção poderão ser sentidos. “Essa é uma opinião minha. Não há posição oficial da CNBB. Esses casais podem ser protegidos pelo direito, mas não no âmbito do direito matrimonial. Também acredito que é prejudicial para a criança ser adotada por uma pessoa solteira”, defende.

Da mesma forma, Dom Rafael acredita que é prejudicial para a criança a convivência com pais separados. “É uma educação unilateral”, diz. No caso da adoção de Theodora, ele acredita que os pais adotivos estão pensando mais neles do que no bem-estar da criança. “Essa adoção pode ser traumatizante para a menina porque ela não sabe quem é o pai e quem é a mãe. Ela precisa das duas figuras”, acredita.

A psicanalista Cynthia Ladvocat não concorda com os argumentos do clérigo. “O que a menina precisa, e tem direito garantido em lei, é da convivência com uma família”, afirma. Ela explica que esse casal homoafetivo foi entrevistado, avaliado, participou de reuniões e foi habilitado para a adoção. “E essa família pode ser constituída por diferentes sistemas, sendo os dois homens um desses sistemas que deverá proporcionar um ambiente saudável para Theodora. Nota-se pelas fotos que essa menina está feliz”, diz.

Segundo Cynthia, não existem pesquisas que comprovem que uma criança que viva com “dois pais” ou com “duas mães” sofra distúrbios diferentes do que outras crianças criadas em lares heterossexuais. “O que se sabe até o momento é que não é isso que garante um bom desenvolvimento psicológico de uma criança. Muitas famílias constituídas por um pai e uma mãe podem ser muito mais danosas do que uma família constituída por pais homossexuais”, afirma.

Ela admite que a ausência de uma das figuras - paterna ou materna - sempre será sentida. Mas acredita que esse tipo de sentimento também acontece em casos de separações, mortes ou afastamentos. “No caso de duas mulheres ou dois homens no cuidado de uma criança, a falta de uma figura feminina ou masculina pode ser suprida pela identificação com outras figuras do convívio familiar e social, como tios, padrinhos, parentes em geral, amigos, professores etc.”, defende a psicanalista.

O presidente da ABGLT cita uma pesquisa realizada numa universidade norte-americana, realizada há dois anos com 100 crianças adotadas por casais homossexuais. Segundo ele, o resultado revelou que 30% mantiveram a mesma orientação sexual dos pais adotivos. “Essas mesmas crianças revelaram um melhor desempenho escolar que as demais. O próprio Conselho Federal de Psicologia, que recomenda que os profissionais abordem a homossexualidade de forma sadia, avalia como perfeitamente possível a adoção por casais homossexuais, sem seqüelas ou comprometimentos para a criança”, diz Nascimento.

A sociedade

A forma como a sociedade vai receber essa criança adotada por casais homossexuais é uma das principais preocupações de pais adotivos e profissionais da área. O medo é que o preconceito em relação ao relacionamento dos pais ou das mães seja estendido à criança. Para Cynthia, muitas outras questões menos complexas encontram resistência não somente da Igreja, mas da sociedade em geral.

Ela defende, no entanto, que a sociedade precisa se preparar para as novas formas de socialização e relacionamento. “A união homossexual e a adoção de crianças não são exatamente um fato novo. Porém, na atualidade, vemos casais gays lutando pelos seus direitos a terem filhos e a assumirem uma vida em família. O preconceito existe e deve fazer parte de debates, entrevistas e matérias na imprensa para a construção de uma nova cultura sobre essas novas configurações familiares”, acredita.

A representante do IBDFAM é otimista em relação à aceitação da sociedade. Ela acredita que esse tipo de situação será incorporada com muito mais facilidade do que se imagina. “Antes a separação era inaceitável. Antes não era possível registrar filhos fora do casamento. A lei vem consolidar aquilo que a sociedade já vem praticando”, afirma Tânia.

Segundo Marcelo Nascimento, é necessário reconhecer que as leis, códigos e Constituição brasileira baseiam-se num modelo de sociedade heteronormativa, onde todas as outras formas de convivência afetivo-sexual são veementemente marginalizadas e socialmente excluídas. “Esse mesmo modelo de sociedade reforça a prática do machismo, do racismo e da homofobia, na medida em que impõe a submissão do ser humano a uma única forma de comportamento”, critica.

Ele lembra que, durante o processo de reforma do Código Civil, houve uma iniciativa parlamentar no sentido de ampliar a concepção de união estável, estendendo-a a casais homossexuais. “Infelizmente essa iniciativa não obteve sucesso na Câmara dos Deputados. Desde então, a ABGLT tem priorizado a articulação com o Congresso, o que resultou na criação, em 2003, da Frente Parlamentar pela Livre Expressão Sexual e na realização de dois seminários nacionais para tratar das leis referentes à cidadania GLBT”.

Para ele, a recente aprovação pela Câmara do projeto de lei nº 5003/01, que criminaliza a homofobia, já é um sinal de que há avanços nesse campo. “Esta semana a Câmara também aprovou outro importante projeto que autoriza a alteração do prenome de pessoas transexuais. Esse é um passo importante que abre espaço para futuras conquistas no Parlamento brasileiro”, acredita.

Nascimento também lembra que o caso da adoção do filho da cantora Cássia Eller pela sua companheira foi um importante instrumento para mostrar a vitória do afeto sobre as concepções morais. “Os meios de comunicação ajudaram a fazer com que imperasse a ética sobre os valores morais. A cultura patriarcal não está rompida, mas está em declínio. A partir do momento em que começarmos a mudar os paradigmas, a herança cultural cristã passa a não influenciar tanto”, diz o presidente da ABGLT.

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Comentários (60)

Kamila 29/08/2007 19:12
Adorei o artigo sobre a adoção de vc's; minha monografia é sobre este tema "ADOÇÃO POR PESSOAS QUE MANTÉM RELAÇÕES HOMOAFETIVAS".
meus parabens
morgana 15/10/2007 18:33
já desenvolvi essa monografia - havendo interesse me escreva qeue envio para voce,morgana.pinheiro@zipmail.com.br
Usuário Anônimo 09/04/2009 11:21
Adorei o artigo, com certeza contribui para o meu TCC: "O Direito dos Casais Homossexuais à Adoção".
Tens algum material que poderia disponibilizar por e-mail? Agradeço!
Meu e-mail: karina_bernardes@yahoo.com.br
Usuário Anônimo 05/10/2009 23:45
Boa noite Gostaria receber a monografia a respeto meu e-mail dr_sntana8@hotmail.com att Santana
Usuário Anônimo 05/10/2009 23:45
Boa noite Gostaria receber a monografia a respeto meu e-mail dr_santana8@hotmail.com Att Santana
Usuário Anônimo 23/03/2010 23:03
Morgana, tenho interrese em ver seu projeto se puder me envie leandra_br@yahoo.com.br
Usuário Anônimo 18/03/2008 17:56
Olá meu nome é Paula e o tema da minha monografia é a adoção do casal homoafetivo, me seria de muito aproveito ter como base os materias que por ventua vc ainda tenha.
Desde ´já agradeço.
Usuário Anônimo 28/08/2008 11:04
oiii...
Estou pesquisando o assunto pois minha monografia é sobre o mesmo. Gostei do artigo de vocês, por isso me atrevo a pedir mais informações, se você ainda tem o material usado, e se quiser me enviar ficarei grata.
Meu endereço eletrônico: sonia-ofd@hotmail.com atenciosamente agradeço.
beijossss
sonia
Usuário Anônimo 28/03/2011 01:42
Boa noite pessoal!! Adorei o artigo de vcs sobre a questão homossexual, estou fazendo meu projeto de TCC sobre "adoção por casais homossexuais", se tiverem algum material ou monografia pronta que possam me fornecer, ficaria muito grata. Parabéns pelo trabalho...Mariana Antunes, mariana_antunes2007@ig.com.br
Andre Luiz 04/09/2007 23:38
Bom esse tema é muito polemico realmente, e por este motivo escolhi para ser o tema de minha monografia de conclusão do curso de direito. Minha posição é favorável a adoção pelos casais homoafetivos, pois estudando os principio fundamentais que lastreiam a nossa CF/88, percebo que o direito a igualdade entre as pessoas deve ser prevalecido e aceito por todos, só dessa forma teremos realmente uma democracia plena.
Se Vocês tiverem algum material que possa ser util ao meu trabalho eu agradeço.
Lea 06/09/2007 14:16

Adorei o tema! Parabéns! Este é o assunto que irei abordar em meu TCC. Por enquanto estou só no projeto. Adoraria receber mais informações sobre o assunto, se possível, é claro.

Grata, Lea
Emmanuel 29/09/2007 12:54
Bom quero parabelizar pelo artigo, esta ótimo, sou favorável a adoção pelos casais homoafetivos, levando em consideração os princícipios contitucionais. Este será o meu Tema do Trabalho de conclusão do Curso de Direito. Gostaria de ler mais matérias neste sentido, obrigado.
DANILO P/ IRMÃOZÃO 04/10/2007 00:13
A CONVIVÊNCIA COM A SOCIEDADE, LEIS , DESEMVOLVIMENTO EMOCIONAL E MUITO MAIS.......
Vantuil Grgorio Costa Filho 12/10/2007 18:19
O tema é polêmico. Devemos assegurar com certeza a dignidade da pessoa em todos os aspéctos, no entanto devemos resguardar nossos princípios.
A união homo-afetiva tem que ser encarada como um fato talvéz irretroagível, mas quanto a costituição de família, existem pontos a serem debatidos em sua exaustão. Este tema, como verifico, é também tema de TCC de outros colegas, isto mostra a importância do assunto.
Usuário Anônimo 10/03/2008 01:43
Pessoal,
Pessoas devem aceitar a liberdade dos outros. O Direito está aí para, entre outras coisas, garantir este fato e, civilizadamente, defendo isto. Aceito os homosexuais numa boa. Agora, a família possui um aspecto natural que, no meu ponto de vista, não deveria ser contrariado. A natureza permite certas coisas, mas exige compensações porque trabalha dentro de uma ordem definida se é que me entendem. Tudo que sobe desce. O contrário, naturalmente não. Então, algo de novo surgirá desta nossa nova ordem que a lei do homem impõe e ela nunca atingirá a perfeição da natureza e, muito menos a suplantará. Não esperem que tudo permaneça como sempre foi. Haverá um preço justo na forma de compensação. O ser humano não manda na natureza. Apenas faz parte. O problema é que não somos humildes para aceitar tal fato. Somos modernos, mas efêmeros. A natureza, sábia, bela, forte, justa e eterna.
Gustavo
Usuário Anônimo 02/06/2008 11:46
Olá...minha monografia é sobre esse tema...adoção homoafetiva no Brasil...acho um assunto super interessante e polêmico....adoraria receber mais materiais sobre o assunto, tendo me vista que poucos são os livros que tratam da matéria...encontrei apenas 4 autores...

meu e-mail é maia_124@hotmail.com
Usuário Anônimo 21/08/2008 10:56
gostaria que vc me mostrasse a monografia desse assunto pois irei fazer sobre esse tema agradeço
Usuário Anônimo 03/09/2008 18:01
axeih o artiguh interessanteh e meiuh!!!
mas aindah sintuh dificuldades em encontrar bibliografia sobreh o assuntuh...
vc poderiah me ajudar??
Usuário Anônimo 03/09/2008 18:02
axeih o artiguh interessanteh e meiuh!!!
mas aindah sintuh dificuldades em encontrar bibliografia sobreh o assuntuh...
vc poderiah me ajudar??

ahhhhh...
meuh email: gil_moxinha@hotmail.com
Usuário Anônimo 02/10/2008 18:08
Boa noite pessoal!! Adorei o artigo de vcs sobre a questão homossexual, estou fazendo meu projeto de TCC sobre "adoção por casais homossexuais", se tiverem algum material que possam me fornecer, ficaria mtooooo grata. Parabéns pelo trabalho... Josiane Lopes, meu e-mail/msn: josymilenio@hotmail.com
Usuário Anônimo 05/10/2008 07:18

A frase onde afirma "Toda criança merece viver em família" é imperativa tanto na sua aplicação, extenção e profundidade. O conceito de familia contido no dicionário jurídico diz:"Instituição social de diversas pessoas agrupadas em razão de vínculo de casamento, união estável ou descendência. As pessoas que integram a entidade familiar podem ser ou casadas, ou solteiras, ou viúvas, ou divorciadas, ou desquitadas". A instituição de uma unidade de família paasa obrigatóriamente pela união entre pessoas de sexos opostos que nas suas relações irão gerar descendentes na composição da árvore geneológica da família. Qualquer um, em sã consciência, sabe que numa relação entre pessoas de mesmo sexo jamais poderá haver um vínculo que possa definir como fámilia tal relação até porque na formação de um CASAL há instrinsicamente uma relação obrigatória entre homem e mulher, macho e fêmea. Ora, se a famíla na sua concepção necessáriamente precisa da relação entre duas pessoas de sexos opostos é evidente que qualquer outra tentativa de sedar conotação a outras relações, é no mínimo INCONCEBÍVEL. Inclusive do ponto de vista biológico onde em hipótese alguma, seja por que metodo for se conseguirá alterar a concepção original de um ser na sua sexualidade. Assim, mesmo que se faça uma cirurgia destas monstruosas que andam fazendo por í, o homem continuará homem e a mulher continuará mulher, apenas o esterotipo será modificado para satisfazer a frustrações não resolvidas. Não creio que desvios de conduta sexual sejam problemas de doença, é sim falta de respeito a sí mesmo uma vez que a geração no útero materno já vem com a definição imutável do sexo; é também uma falta de reespeito aos genitores que com certeza julgaram no dia festivo do nascimento terem nas mãos um ser definido na sua concepção que desenvolveria a sua identidade original durante toda a vida. Pior, é um desrespeito profundo ao Criador, que por sua permissão clocou neste mundo através de uma relação sexual entre seres opostos uma terceira criatura com definições claras de sua sexualidade. Portanto, a família, por mais que queiram dar outro significado a ela, jamais conseguirão destruir o que foi originalmente extruturado por Deus com um PAI, uma MÃE - macho e fêmea - e os filhos gerados desta relação. Não há uma terceira via e isto é muito claro, o que há é uma vontade exacerbada do homem em dar sentido de verdade às suas frustrações e aos seus problemas não reaolvidos. Uma criança precisa sim de uma famila, não de uma união homosexual; presisa de princípios morais e não de acordos que ferem as relações entre a célula mater da sociedade, a família. Lamento que ao invés de buscarem soluções maduras e responsáveis, a justiça esteja incentivando com decisões equivocadas, a destruição da mais antiga isntituição estabelecida sobre a face da terra. Lamento que pra atender a desejos sem qualquer ideal de nobreza - uma união entre duas pessoas de mesmo sexo - tribunais estejam velidando a imoralidade. Lamente que com tantas variáveis para se resolver o problema da adoção de crianças, relações não recomendáveis estejam sendo favorecidas e criando um problema ainda maior para estas crianças. Como chamar de pai uma mulher ou de mãe um homem? Se tiverem a resposta, por favor mostrem-na. Voltando a qustão de toda criança precisar de uma família, acho que isto é ponto comum, no entanto a definição desta família deveria passar pelo crivo da legalidade, da originalidade, da moralidade levando em conta os transtornos e os prejuízos que uma decisão errada inevitávelmente provocará em uma criança. Os nossos magistrados parecem ter perdido o respeito com a coisa mais bela que ainda se sustenta nesta nossa sociedade corropida, a família, pois ao darem a duas pessoas de mesmo sexo a condição de união familiar jogam por terra todos os princípios estabelecidos por Deus para a perpetuação da espécie. O objetivo da relação macho e fêmea é "crecer, multiplicar e encher a terra" o que jamais será possível numa relação fora dos padrões morais estabelecidos por Deus. Como imaginar que um homem irá numa relação com outro gerar um ser no seu interior? É no mínimo, uma aberração. Da mesma forma uma relação entre duas mulhres jamais teria esta possibilidade. Portanto, precisamos de mais seriedade no trato com as crianças desamparadas, mas não entrgá-las a uma onde sabe-se que só trará prejuízos a vida delas. Com certeza absoluta existem outras alternátivas saudáveis para emcararmos este problema; com certeza se nossas autoridade se debruçassem de fato sobre o assunto evitaríamos constrangimentos para aqules que estão passando por momentos de dificuldades na vida e nas relações familiares. Precisamos de coragem para abolirmos a imoralidade e as relações promíscuas evitando que estas causem mais estragos ainda em nossas crianças e em nossa sociedade. Precisamos ter coragem para combatermos este avanço da deterioração da famiçia não fazendo como o avestruz, enterrando a cabeça diante de seus captores, mas erguendo a cabeça com coragem e determinação para impedirmos que as gerações futuras não sejam consumidas por comportamentos não recomendáveis e reprovados por Deus, o criador e sustentador de todas as coisas.




Usuário Anônimo 29/10/2008 14:13
Impressionante como sempre tem a se propor como barreira, ainda por cima anônimo, eu acho que o texto foi proposto para uma reflexão. Eu acho ótimo ser critico, faz as pessoas pensarem, logo existem. Mais vão ser bem sincero contigo, você precisa de tratamento, pois são pessoas como você que dificultam a tramitação de quaisquer coisa nessa país, seja ela econômica, política e familiar.
A psiquiatra Lee Fui, 41, mãe de um filho, diz que "a opção sexual de quem adota não interfere tanto na formação da criança adotada, embora faltem estudos a respeito". Lee é supervisora do serviço de psiquiatria infantil do Instituto de Psiquiatria do HC e autora de uma tese sobre problemas psiquiátricos em crianças adotivas.

Os especialistas concordam, no entanto, que a adoção por homossexuais dependerá muito da forma como a relação é conduzida. Uma questão que não pode ser ignorada é o preconceito que pode sofrer a criança: um menino, adotado por um casal homossexual, poderá ouvir na escola que seus pais "são bichas".

Há o outro lado. A desembargadora Maria Berenice Dias, do TJ gaúcho, cita pesquisa no Brasil apontando que 12% das meninas são molestadas sexualmente na família, pelo próprio pai ou padrasto. "Nas famílias homossexuais não existe isso", afirma.
Bom eu espero que seu filho não nasça gay, pois as pessoas não se tornam gay, isso não é uma escolha e é para esse contexto que a ciência esta seguindo. Ter um pai como você é pífio e doloroso. O problema nas estar é quem é gay, na adoção, esta no preconceito, pois a critica partiu de voce.
Usuário Anônimo 25/12/2008 04:43
Assunto que relata a frustração daqueles que não têm competência para assumir a sua sexualidade natural e tentam impingir à sociedade a vontade da minoria recalcada. A educação de um infante a assunto sério, não é para ser decidida por "meia dúzia" de incompetentes. DIRETO AO ASSUNTO.
Usuário Anônimo 29/10/2008 14:20
Impressionante como sempre tem a se propor como barreira, ainda por cima anônimo, eu acho que o texto foi proposto para uma reflexão. Eu acho ótimo ser critico, faz as pessoas pensarem, logo existem. Mais vão ser bem sincero contigo, você precisa de tratamento, pois são pessoas como você que dificultam a tramitação de quaisquer coisa nessa país, seja ela econômica, política e familiar.
A psiquiatra Lee Fui, 41, mãe de um filho, diz que "a opção sexual de quem adota não interfere tanto na formação da criança adotada, embora faltem estudos a respeito". Lee é supervisora do serviço de psiquiatria infantil do Instituto de Psiquiatria do HC e autora de uma tese sobre problemas psiquiátricos em crianças adotivas.

Os especialistas concordam, no entanto, que a adoção por homossexuais dependerá muito da forma como a relação é conduzida. Uma questão que não pode ser ignorada é o preconceito que pode sofrer a criança: um menino, adotado por um casal homossexual, poderá ouvir na escola que seus pais "são bichas".

Há o outro lado. A desembargadora Maria Berenice Dias, do TJ gaúcho, cita pesquisa no Brasil apontando que 12% das meninas são molestadas sexualmente na família, pelo próprio pai ou padrasto. "Nas famílias homossexuais não existe isso", afirma.
Bom eu espero que seu filho não nasça gay, pois as pessoas não se tornam gay, isso não é uma escolha e é para esse contexto que a ciência esta seguindo. Ter um pai como você é pífio e doloroso. O problema nas estar é quem é gay, na adoção, esta no preconceito, pois a critica partiu de voce.
Usuário Anônimo 17/07/2010 01:27
Você está escondendo o jogo! E os padres gays, pedófilos, casais heteros que usam seus próprios filhos para libertinagem, violentando-os com drogs e tudo de muito pior que existe por ai. E você, adotaria as crianças abandonadas por casais que um dia no altar da santa igreja juraram fidelidade e respeito pelo próximo, assim c0mo seus filhos vindos desta união? Garanto que não seu PRECONCEITUOSO! Sou casada, mãe e sofro com injustiças, niguém tem o direito de julgar a escolha sexual de ningúem, já basta a desgraceira que éstamos vivendo. Vamos dsr as mãos ao verdadeiro amor, sejam atraves dos hetros, homoafetivos, o que importa é que eles com certeza estão muito mmais preparados para amar respeitar e educar essas crianças carentes de afeto que não receberam do tal matrimônio imposto por esta sociedade HIPÓCRITA,assim como você, que eu não acredito que seja assim tão perfeito! Ponha DEUS no seu coração e seja MAIS BENEVOLENTE COM AS PESSOAS QUE FIZERAM SUAS ESCOLHAS E QUE ESTÃO PRONTAS PARA DAR AMOR AO PRÓXIMO E O PRECONCEITO DESSE POVINHO IDIOTA NÃO DEIXA DAR VAZÃO.
Usuário Anônimo 24/02/2009 12:25
Olá...
gostei muito do artigo escrito com relação a adoção por homossexuais. Se possível gostaria que me encaminhasse o material utilizado para a construção do mesmo ou algo que possa me ajudar para a construção da monografia, pois meu tema se trata deste assunto. Desde já, agradeço. Meu endereço eletrônico é pricancio@yahoo.com.br - Obrigada!
Usuário Anônimo 28/05/2009 02:26
"O objetivo da relação macho e fêmea é "crecer, multiplicar e encher a terra" "
homens e mulheres, joguem todas as suas pílulas e camisinhas no lixo, sexo nao pode ser feito por prazer ou desejo, apenas para a procriação!!
me poupe, uma relação homoafetiva nao pode ser tida como aberração, e sim uma pessoa com uma mentalidade tao arcaica e moralista quanto a sua.
é errado um casal estável e completamente digno e apto adotar uma criança?
entao é certo deixar essa e mais outras tantas crianças mofando em instituiçoes, privadas de convivio familiar, de bens e oportunidades que nao desfrutariam jamais se continuarem nessas instituicoes?
é correto nao oferecer um lar a essa criança apenas por (PRE)conceitos puramente morais??
em primeiro lugar o BEM ESTAR do adotado é avaliado, se a familia adotante tem condiçoes financeiras e emociais de criá-lo, enfim, PROCURA-SE UMA FAMILIA PARA A CRIANÇA E NAO UMA CRIANÇA PARA DETERMINADA FAMILIA!!
todo tipo de avaliação é feita à familia que pretende adotar, e com certeza a orientação sexual dos "pais" nao influenciam na dos filhos, pois se assim o fosse nao existiriam homossexuais, ja que presume-se que o filho seja fruto de uma relação homem+mulher,hétero, correto??
esse tipo de preconceito nao é só abobinável, é tbem inconstitucional. e sem contar que o que realmente nos interessa é o bem estar dos jovens que poderao desfrutar de convivencia familiar e nao toda essa discursão sobre a vida privada de um casal.

Usuário Anônimo 28/05/2009 02:27
"O objetivo da relação macho e fêmea é "crecer, multiplicar e encher a terra" "
homens e mulheres, joguem todas as suas pílulas e camisinhas no lixo, sexo nao pode ser feito por prazer ou desejo, apenas para a procriação!!
me poupe, uma relação homoafetiva nao pode ser tida como aberração, e sim uma pessoa com uma mentalidade tao arcaica e moralista quanto a sua.
é errado um casal estável e completamente digno e apto adotar uma criança?
entao é certo deixar essa e mais outras tantas crianças mofando em instituiçoes, privadas de convivio familiar, de bens e oportunidades que nao desfrutariam jamais se continuarem nessas instituicoes?
é correto nao oferecer um lar a essa criança apenas por (PRE)conceitos puramente morais??
em primeiro lugar o BEM ESTAR do adotado é avaliado, se a familia adotante tem condiçoes financeiras e emociais de criá-lo, enfim, PROCURA-SE UMA FAMILIA PARA A CRIANÇA E NAO UMA CRIANÇA PARA DETERMINADA FAMILIA!!
todo tipo de avaliação é feita à familia que pretende adotar, e com certeza a orientação sexual dos "pais" nao influenciam na dos filhos, pois se assim o fosse nao existiriam homossexuais, ja que presume-se que o filho seja fruto de uma relação homem+mulher,hétero, correto??
esse tipo de preconceito nao é só abobinável, é tbem inconstitucional. e sem contar que o que realmente nos interessa é o bem estar dos jovens que poderao desfrutar de convivencia familiar e nao toda essa discursão sobre a vida privada de um casal.
MFF
Usuário Anônimo 15/10/2009 13:20
BOA TARDE
ACHEI MUITO INTERRESANTE ESTE TEMA , E VAI SER O TEMA DO MEU TCC, POR GENTILEZA SE POSSIVEL ME ENVIAR MAIS ALGUNS MATERIAIS A RESPEITO FICAREI MUITO AGRADECIDA
Usuário Anônimo 22/10/2009 17:25
Esse tema é muito polemico realmente, por isso escolhi para ser o tema de minha monografia de conclusão do curso de direito. Eu sou a favor da adoção pelos casais homoafetivos, pois o direito a igualdade entre as pessoas deve ser prevalecido e aceito por todos, conforme preceitua nossa CF. Se Vocês tiverem algum material que possa ser util ao meu trabalho, serei eternamente grata.
Meu e-mail é: mauriceangonese@yahoo.com.br.
Abraços!
Usuário Anônimo 27/02/2010 16:30
olá, pretendo fazer meu tcc a respeito da adoção por casais homessexuais, todavia encontro dificuldades em encontrar doutrinas que falem sobre o assunto, se alguem já tiver feito o tcc sobre o tema, ou tiver sujestões
por favor entre em contato pelo e mail:
pitty.azevedo@gmail.com

obrigada!
Usuário Anônimo 29/04/2010 09:07
MEU TEMA DE TCC É O MSM...SE ALGUEM TIVER ALGUM MATERIAL MANDE PARA O MEU E-MAIL..KDMARQUES@HOTMAIL.COM
Usuário Anônimo 19/05/2010 21:00
Muito bom, parabens pelo artigo
Usuário Anônimo 24/05/2010 21:33
Muito legal o texto, acho que deveria ter mais respeito com a opção sexual de cada um, cada um deve ser feliz, não se importando com que a 'sociedade' pensa. Se é pra falar de preconceito tá todo mundo ai pra falar mal, agora se tem politico colocando dinheiro nas cuecas e roubando o NOSSO dinheiro ninguém fala nada. Ai todo mundo acha normal.
Usuário Anônimo 31/05/2010 10:36
oi gente gostara de receber no meu email monografias para que possa ter base pra montar a minha por favor me enviem se possivel
para o meu email yaramilani@yahoo.com.br desde ja obrigado
Usuário Anônimo 16/08/2010 12:11
naminhaopiniao ohomossexualismo e algo q dve serasseito
pq quanto mais asseitarmos opreconceito maispssoasiramsofrecomoprecoceito









Usuário Anônimo 20/08/2010 12:39
olá, pretendo fazer meu tcc a respeito da adoção por casais homessexuais, todavia encontro dificuldades em encontrar doutrinas que falem sobre o assunto, se alguem já tiver feito o tcc sobre o tema, ou tiver sujestões
por favor entre em contato pelo e mail:
anapauladiniz87@yahoo.com.br
Usuário Anônimo 28/09/2010 23:30

Gostei muito do artigo sobre a adoção por casal homossexual. Minha monografia será sobre o assunto e gostaria de ter um material para poder relaizar meu trabalho. Peço que alguém me evie uma monografia para que eu desenvolva meu trabalho. Grato. e-mail Rodrigoeduardo1978@hotmail.com
Usuário Anônimo 30/08/2010 21:32
Achei maravilhoso o que foi escrito. Foi decisivo para a resoluçao dos meus problemas sobre o que fazer para ser meu TCC, e lendo o que li agora, não resta mais dúvidas.
Gostaria de receber a monografia, meu e-mail é paula_ferraz14@hotmail.com
Eu sou a favor do amor, da sinceridade de um sentimento, da verdade, e isso pode vir tanto de um hetero como de um homossexual. Sou hetero, e nao compartilho da ideia desses preconceituosos, hipocritas que estao escrevendo aqui. Não generalizo, mas acredito haver muito mais verdade entre uma relaçao homoafetiva do que em uma relaçao homem e mulher. o que importa é a intençao.
Desde já agradeço.
Usuário Anônimo 03/09/2010 16:52
Não gosto dà idèia.
Usuário Anônimo 08/12/2010 22:00
Eu pretendo fazer meu tcc sobre esse tema, vamos trocar material e nos ajudar, quem estiver interessado lyli2010@bol.com.br
Usuário Anônimo 24/01/2011 17:14
Tenho grande interesse em conhecer melhor esse projeto, pois é questao pessoal, e preciso de ajuda! Favor enviar seu projeto

lufilho2@hotmail.com
Usuário Anônimo 12/03/2011 19:19
Boa noite,

Sou apaixonada nos temas relacionado aos direitos humanos, principalmente na falta de regularização aos direitos dos homossexuais. Estou escrevendo meu TCC sobre adoção por casal homoafetivo , quem quiser trocar informações meu email é llissandra@hotmail.com, so coloca no assunto " tcc ".
Abraços
Usuário Anônimo 13/03/2011 00:05
Boa noite,

Sou apaixonada nos temas relacionado aos direitos humanos, principalmente na falta de regularização aos direitos dos homossexuais. Estou escrevendo meu TCC sobre adoção por casal homoafetivo , quem quiser trocar informações meu email é llissandra@hotmail.com, so coloca no assunto " tcc ".
Abraços
Usuário Anônimo 08/04/2011 16:36
olá estou desenvolvendo esse tema para minha monografia e gostaria de receber algum material que possa me ajudar ,obrigada
meu email é: sandracecilia73@gmail.com
Usuário Anônimo 23/05/2011 13:25
A nova decisão do STF esta sendo muito importante por que antes desta lei eu tive que lutar muito para adotar a minha filha foi uma luta difícil, sou homossexual e eu e meu parceiro que estamos juntos a 22 anos estávamos querendo adotar uma criança e fui a luta, na época não tinha nenhum caso sobre a adoção, passamos os dois pela entrevista com a psicóloga e pela assistente social mais mais no registro da minha filia só pode colocar em um nome do pai que esta o meu no registro dela, com esta nova lei podemos colocar no nome dos dois, assim ela também vai ter todos os direitos dele também.
A união estável faz que eu tenha todos os direitos de plano de saúde,aposentadoria, bens materiais, pensão etc...Antes dessa lei o casal homossexual construía juntos,passava dificuldade juntos e a família dos dois não queria saber de nada.e quando um deles morre-se a familia corria e tirava todos os bens materiais do outro nem queria saber se o parceiro estava sofrendo ou não o que interessava era pegar a herança e isso não é justo e com esta lei a família não tem o direito de pegar nada.é a mesma coisa por exemplo se os seus país morre-se um deles e as sua tias ou tios fossem a justiça e tirasse a sua casa é justo?
Antes nenhum dos casais poderia adotar uma criança por que sempre tem preconceito de juizes, promotores, psicólogas etc..por que na cabeça deles homossexual era sinônimo de promiscuidade e que não é verdade.claro eu tive sorte e também eles fizero entrevista, me viraram do avesso e não tinha nada que me desabona-se por isso o juiz tomou coragem e assinou a adoção. minha filha na época tinha 11 meses e hoje ela tem 16 anos, é uma menina estudiosa. estuda no objetivo, faz inglês cna, e tem uma grande estrutura familiar sou muito elogiado pela educação dela.estou fazendo varias entrevista inclusive no dia 20/05/2011 vou te passa o site para você escutar a nossa entrevista pela radio senado a primeira que fala é a iara minha filha e depois fala de mim e do joão é muito interessante na entrevista você vai poder ver a minha filha e a cabeça dela como é inteligente e eu também falo escuta e depois me fala o que você achou.fico também curioso da sua opinião..kkk
Sobre o Grupo de Apoio no Rio de Janeiro eu não sei mais em São Paulo tem GAAP. que também damos entrevista para pais homossexual ou Heterossexual.
No fim do TCC da faculdade UNIP e isso é bom por que antes de ser preconceituoso tenta conhecer o que é uma família homorarental e assim vai ver que a minha família tem muita estrutura para criar qualquer criança.
marcelo
entra neste site:eu sou marcelo e iara é minha filha que da entrevista.

www.senado.gov.br/radio
e entra na :

Reportagem Especial
Cores do Afeto: uma discussão sobre família e homossexualidade
Usuário Anônimo 14/06/2011 20:57
excelente artigo....muito bom mesmo...parabéns...
Usuário Anônimo 24/08/2011 09:58
Homofobia

Confesso que a homofobia sempre me assustou. Seja escrevendo sobre Direitos Humanos, como advogado pesquisador ou como cidadão, este gênero de ódio humano nunca foi muito bem compreendido pelo meu espírito. O que mais me espantou e ainda me perturba é o fato de que inúmeras pessoas que freqüentam igrejas, chamam a si mesmas de servas de Deus, são as primeiras a lançarem as pedras, sem ao menos avaliar se estão em condições de atirar a primeira delas. Mais que um ódio, a homofobia deve ser vista como um crime. E um crime grave, passível de prisão. A partir do momento que se nutre ódio e aversão por um indivíduo, e este ódio configura-se como um ato positivo, já ocorre o crime. Mas, infelizmente, esta configuração de crime, dentro da legislação brasileira, não está amplamente amparada pela total inércia de nossos legisladores diante de um problema crescente e do qual não se pode mais fugir. A homossexualidade convive conosco, no nosso dia-a-dia e ninguém pode fechar os olhos para isso. E fechar os olhos é demonstrar ignorância diante de um fato que permeia a vida social desde os primórdios da humanidade. Indivíduos homossexuais sempre existiram e existirão. Seja no trabalho, na vida social ou mesmo no seio familiar, a homossexualidade precisa ser encarada como algo natural e livre para se expandir. Sim, expandir-se, pois sua expressão natural passou a ser severamente reprimida a partir do advento do Cristianismo. As idéias preconceituosas e errôneas noções religiosas são as principais vilãs neste problema que toma aberta discussão no fim do século XX. Infelizmente, muito ainda há que ser discutido, seja social ou juridicamente, mas o importante é que já existe uma pré-disposição da sociedade para discutir este tema tão polêmico para alguns, mas tão natural para outros. Uma pena que a visão positiva da homossexualidade esteja ofuscada pelo medo e ódio infundados e baseados em mero preconceito. A literatura está repleta de pessoas que afirmaram admirar um parente ou amigo até o dia em que descobriram se tratar de um indivíduo homossexual. De repente, todos os valores e qualidades daquele ente querido desapareceram, num passe de mágica, simplesmente porque sua orientação sexual revelada não “condizia com os princípios da sociedade”.
Usuário Anônimo 24/08/2011 10:07
PARABÉÉNS AO HOMOSSEXUAIS POR MAIS ESSA BATALHA ALCANÇADA E QUE NUNCA DEIXE DE LUTA PELOS SEUS DIREIITOS.

SÃO PESSOAS IGUAL A TODO MUNDO NIGUEM E DIFERENTE DE NIGUEM TODOS TEM DIREITO DE CONSTRUIR UMA FAMILIA TODOS TEM DIREITO DE SER FELIZ SENDO HETERO OU HOMO... A LUTA NÃO PARA PARABÉÉNS MESMO
Usuário Anônimo 30/08/2011 19:21
Olha adorei o artigo estou fazendo meu tcc sobre o assunto
se tiver algum material pode manda pro meu e-mail larissa_padilha@hotmail.com
Por favor
desde ja agradeço
Usuário Anônimo 30/08/2011 20:13
oi boa noite meu nome e vanessa e estou no 8 periodo de direito esse artigo é maravilhoso e fala a respeito do meu tema da minha monografia!!
sera que vc pode me mandar por e mail esse material para monografia de adoçao por casais homossexuais???
por favor!!
meu e mail é vanessinhagyn_10@ hotmail.com
desde ja obrigada
Usuário Anônimo 14/09/2011 20:54
Olha adorei o artigo estou fazendo meu tcc sobre o assunto
se tiver algum material pode manda pro meu e-mail charmosa43-2008@hotmail.com
Por favor
desde ja agradeço
Usuário Anônimo 21/09/2011 17:02
Boa Tarde,

PARABENS PELO ARTIGO...
MEU TCC É SOBRE O TEMA PODERIA ENCAMINHAR MATERIA SOBRE O ASSUNTO ?fnascimento87@uol.com.br
desde ja agradeço
Usuário Anônimo 23/09/2011 01:26
parabens pelo artigo ótimo.
sou aluno do 8º periodo de direito da PuC-GO e escolhi a possibilidade juridica de adoção por casais homossexuais como tema. Caso tenha material que possa me ajudar a construir essa monografia agradeço muito.
obrigado
email: pedrimph@hotmail.com
Usuário Anônimo 01/11/2011 09:42
estou produzindo um artigo sobre adoção por casais homoafetivos, voce poderia me disponibilizar algum material adicional, enviando para o meu email----julianasilvapessoa@yahoo.com.br.
agradecida....
Usuário Anônimo 02/11/2011 18:20
Adorei o artigo, vou falar sobre Adoção Homoafetiva em um simpósio de gênero e sexualidade - SIRGES na cidade de Caruaru agora em novembro.
Que essa temática possa ser apresentada mais vezes!!
Usuário Anônimo 05/10/2012 10:17
Olá...minha monografia é sobre esse tema...adoção por casais homoafetivos ...adoraria receber mais materiais sobre o assunto, tendo me vista que poucos são os livros que tratam da matéria.

Email: amandamirellemartins@hotmail.com
Usuário Anônimo 05/10/2012 10:17
Olá...minha monografia é sobre esse tema...adoção por casais homoafetivos ...adoraria receber mais materiais sobre o assunto, tendo me vista que poucos são os livros que tratam da matéria.

Email: amandamirellemartins@hotmail.com
Usuário Anônimo 02/04/2013 22:44
Boa noite, gostei muito deste artigo, minha monografia será sobre este tema, adoção por casais homoafetivos, seria possível a disponibilização dos materiais sobre este tema?
Desde já gradeço.
jasinski10_basket@hotmail.com
Usuário Anônimo 07/08/2013 22:34
Muito bom o texto.
Confiram minha opinião em meu blog!

http://idiocraciabr.wordpress.com/[…]/
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