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  <title>Notícias</title>
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      O Inesc disponibiliza nesta seção arquivos de material com citação da instituição divulgados na mídia comercial, do terceiro setor, sites e veículos alternativos. Também reproduz textos jornalistas que avalia serem importantes para o debate político.
    
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  <item rdf:about="http://www.inesc.org.br/noticias/noticias-do-inesc/2013/maio/organizacoes-lancam-agenda-propositiva-para-criancas-e-adolescentes">
    <title>Organizações lançam Agenda Propositiva para Crianças e Adolescentes</title>
    <link>http://www.inesc.org.br/noticias/noticias-do-inesc/2013/maio/organizacoes-lancam-agenda-propositiva-para-criancas-e-adolescentes</link>
    <description>A agenda traçou panorama geral das proposições que estão tramitando no Congresso Nacional e mapeou como as ações da área da criança e do adolescente estão sendo previstas no orçamento federal. Foi constatado um interesse amplo no campo penal.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Na próxima quinta-feira, 23/5, organizações da sociedade civil ligadas à promoção, proteção e defesa de crianças e adolescentes irão apresentar e debater, durante audiência pública realizada pela Comissão de Seguridade Social e Família, a Agenda Propositiva para Crianças e Adolescentes 2013. A agenda é resultado de um trabalho realizado pelo Inesc, com apoio do Fundo Canadá e do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), e a participação de mais de 30 organizações da sociedade civil que defendem os direitos das crianças e dos adolescentes.<br /><br />No mês de março, as organizações construíram a agenda de incidência política a partir do subsídio de dois estudos analíticos que traçaram o panorama geral das proposições que estão tramitando no Congresso Nacional, bem como mapearam como as ações da área da criança e do adolescente estão sendo previstas no orçamento federal. <br /><br />Os especialistas que desenvolveram os estudos identificaram 1.566 projetos ativos, destes 376 foram considerados de interesse (que têm potencial para ampliar ou restringir direitos e garantias), entre eles 96 processos legislativos foram considerados prioritários pelas organizações por terem alta adesão parlamentar e grande impacto positivo ou negativo no campo dos direitos humanos das crianças e adolescentes.<br /><br />Dentre as preocupações apontadas na agenda, que será divulgada na quinta-feira na Câmara dos Deputados, estão os inúmeros projetos voltados à criminalização de adolescentes. Essa agenda, segundo as organizações é perigosa por estar dentro da lógica da penalização e da ampliação de encarceramento, em detrimento de uma pauta positiva, com ampliação de direitos.<br /><br />Durante o evento, o Inesc lançará a edição nº30 do boletim “Criança e Adolescente no Parlamento”, que aborda os principais pontos da agenda construída pelos representantes da sociedade civil. Outro instrumento que foi desenvolvido pelo Inesc é o vídeo que ilustra o trabalho das organizações. <b>O vídeo pode ser visto aqui.</b><br /><br />Organizações que participaram da construção da agenda: Associação Nacional de Jornais (ANJ); Agência de Notícias dos Direitos da Infância (Andi); Centro de Referência, Estudos e Ações sobre Crianças e Adolescentes (CECRIA); Comitê Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual Contra Crianças e Adolescentes; Conselho Tutelar; Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda); Embaixada do Canadá; Fundação Abrinq; Fundo Canadá; Fundação Itaú Social; Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF); Gabinete do Deputado Rubem Santiago; Projeto Onda: adolescente em movimento pelos direitos; TV Cultura; SOS  Desaparecidos PM/SC; ONG Ação Educativa; Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ); União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e Legião da Boa Vontade (LBV).<br /><br /><b>O quê: </b>Audiência Pública "Agenda Propositiva para Crianças e Adolescentes 2013"<br /><b>Data: </b>23/5<br /><b>Horário: </b>9h30<br /><b>Local: </b>Comissão de Seguridade Social e Família na Câmara dos Deputados, Anexo II, Plenário 7</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>inesc</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2013-05-21T17:34:23Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.inesc.org.br/noticias/noticias-do-inesc/2013/maio/adital-lanca-livro-sobre-o-haiti">
    <title>Adital lança livro sobre o Haiti</title>
    <link>http://www.inesc.org.br/noticias/noticias-do-inesc/2013/maio/adital-lanca-livro-sobre-o-haiti</link>
    <description>"Haiti por si: a reconquista da independência roubada”, um livro reportagem que é resultado de um intenso processo de pesquisas e entrevistas. O lançamento será dia 22/05. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Fruto de um trabalho de 18 meses, o livro "Haiti por si: a reconquista da independência roubada” materializa um ideal da Agência de Informação Frei Tito para América Latina (<a href="http://www.adital.com.br" target="_blank">www.adital.com.br</a>) de mostrar ao mundo e, principalmente, aos haitianos, um Haiti feito pelos próprios habitantes do país mais pobre das Américas. Prefaciado pelo Nobel da Paz Adolfo Pérez Esquivel e com contribuição de Frei Betto, o livro-reportagem é o resultado de um intenso processo de pesquisas e entrevistas, que juntou jornalistas e colaboradores brasileiros, haitianos e de outras nacionalidades na tarefa de resgatar o sonho de soberania que ainda existe no país e em seu povo, mesmo depois de séculos de exploração e submissão aos interesses das potências capitalistas. O livro será lançado oficialmente em audiência pública hoje (14), no auditório Deputado Almir Pinto, da Assembleia Legislativa do Ceará, em Fortaleza, a partir das 15h30.</p>
<p>Como afirma a editora e organizadora do livro, a jornalista brasileira Adriana Santiago, "Haiti por si” é ao mesmo tempo um ideal e um atrevimento: "escrever uma reportagem que mostrasse uma perspectiva para uma nação que não é a sua”. Esse foi o desafio que a Adital, agência de notícias que há mais de 10 anos dá espaço às manifestações dos movimentos sociais de toda a América Latina via Internet, colocou para a equipe de profissionais que se comprometeu com a tarefa. No final, todo o esforço rendeu 190 páginas, em que o intuito, por meio de um visual moderno e colorido, é mostrar que o Haiti é muito mais do que o cenário de catástrofe que a grande mídia mostra todos os dias. O livro será traduzido ainda para crioulo haitiano e para francês, e também será lançado no Haiti.<br /> A Adital, nas pessoas do seu diretor executivo, padre Ermanno Allegri, e da jornalista Adriana Santiago, fizeram visitas ao Haiti onde puderam colher in loco material por meio de entrevistas e fotografias. Fundamental foi contar com a contribuição de jornalistas haitianos que, mais do que ninguém, podem falar o que se passa em sua terra.</p>
<p>"Haiti por si” está dividido em seis capítulos: História, Reconstrução, Economia Solidária, Soberania Alimentar, Cultura e Democracia Participativa. Essas seis linhas de investigação partiram de propostas dadas pelos próprios movimentos sociais haitianos e são eixos que já norteiam as ações de muitos deles. No capítulo sobre história, Woody Edson Louidor, chama a atenção para as raízes ancestrais da aparente subserviência, do excesso de exploração e a origem da força do haitiano. Phares Jerôme traz no capítulo da reconstrução, os processos de refundação e tenta explicar como é importante ir muito além de elevar paredes de concreto.<br />Ao falar no capítulo de economia solidária, Jerôme mostra ainda que é necessária uma integração econômica voltada para a emancipação do país em relação às ajudas internacionais, com saídas locais e reforma da cidadania. No capítulo sobre soberania alimentar Jerôme mostra que a agricultura familiar é a saída para a subsistência do país e a retomada das exportações. Nélio Joseph trabalha com a cultura e defende que esta é a grande vitrine que vai elevar o Haiti em sua soberania e autoestima, pois seja na música, na pintura, no artesanato, na literatura, a cultura é o único ambiente onde o Haiti é competitivo no plano internacional.</p>
<p>Por fim, no capítulo sobre democracia participativa foram colocadas por Adriana Santiago, Benedito Teixeira e Paola Vasconcelos questões mais políticas, que atravancam o desenvolvimento do país, destacando algumas alternativas para os impasses.</p>
<p>Como afirma o padre Ermanno Allegri: "No meio de mil dificuldades, está acontecendo o que Toussaint Louverture (o precursor da independência haitiana) disse em 1802 ao ser capturado e deportado pelos franceses: ”Vocês me derrubaram, mas só cortaram o tronco da liberdade dos negros. Ela brotará de novo porque suas raízes são muitas e profundas”.<br /> Mais informações sobre o livro: <a href="http://www.adital.com.br" target="_blank">www.adital.com.br</a></p>
<p>Convite do lançamento abaixo<img src="http://www.inesc.org.br/biblioteca/imagens/lancamento-livro-haiti" alt="lançamento livro Haiti" class="image-left" title="lançamento livro Haiti" /></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>inesc</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2013-05-20T15:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.inesc.org.br/noticias/noticias-do-inesc/2013/maio/rede-de-pesquisa-sobre-dados-abertos-e-lancada-em-londres">
    <title>Rede de Pesquisa sobre Dados Abertos é lançada em Londres</title>
    <link>http://www.inesc.org.br/noticias/noticias-do-inesc/2013/maio/rede-de-pesquisa-sobre-dados-abertos-e-lancada-em-londres</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">Projeto  a ser desenvolvido pelo INESC sobre dados abertos no orçamento público  faz parte de uma das 17 iniciativas que compõe o programa “Explorando  Impactos Emergentes sobre Dados Abertos em Países em Desenvolvimento”,  ou em inglês (ODDC – Exploring the Emerging Open Data in Developing  Countries), que compõe uma Rede Internacional de Pesquisa sobre Dados  Abertos.</p>
<p style="text-align: justify; ">Essa  iniciativa coordenada pela World Web Wide Foundation, com o apoio da  organizações canadense IDRC, foi lançada durante a reunião da Parceria  para Governo Aberto (Open Budget Partnership), em Londres, no dia 24 de  abril. O lançamento foi feito pelo Sir Tim Berners-Lee (criador da  internet) e fundador da Web Foundation.</p>
<p style="text-align: justify; ">Após  o lançamento, os representantes de 17 projetos apoiados realizaram dois  dias de reunião onde foram debatidas as metodologias e as ferramentas  que serão usadas para o desenvolvimento das pesquisas sobre dados  abertos em diversos países (Brasil, Nigéria, Argentina, Uruguai, Kênia,  África do Sul, Serra Leoa, Índia, Indonésia, Filipinas, Nepal). O   projeto do INESC será desenvolvido em parceria com o GPOPAI da  Universidade de São Paulo.</p>
<p style="text-align: justify; ">Para  Alexandre Ciconello, que participou da reunião “O debate sobre dados  abertos é algo que vem crescendo entre as organizações da sociedade  civil. O foco da nossa pesquisa é a disponibilidade de dados abertos no  orçamento público nas capitais dos estados brasileiros. Essa rede  internacional de pesquisa vai permitir uma maior compreensão do impacto  da disponibilização e uso dos dados abertos no mundo”.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>inesc</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2013-05-13T15:16:53Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.inesc.org.br/noticias/noticias-do-inesc/2013/maio/inesc-compartilha-experiencia-de-monitoramento-do-orcamento-na-austria">
    <title>INESC compartilha experiência de monitoramento do Orçamento na Áustria</title>
    <link>http://www.inesc.org.br/noticias/noticias-do-inesc/2013/maio/inesc-compartilha-experiencia-de-monitoramento-do-orcamento-na-austria</link>
    <description>Inesc  compartilhou a experiência brasileira e algumas metodologias e ferramentas sobre transparência e participação social. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">Atendendo  a convite do ATTAC Áustria e de uma aliança de organizações, sindicatos  e movimentos sociais austríacos, o Inesc participou de Seminário sobre  Monitoramento do Orçamento Público e Transparência, em Viena, no dia 02  de maio.</p>
<p style="text-align: justify; ">O  objetivo do encontro foi debater possibilidades e estratégias de  ampliação da transparência e participação social no orçamento da  Áustria. O INESC foi convidado para compartilhar a experiência  brasileira e algumas metodologias e ferramentas, fomentando o debate  entre as organizações austríacas. Foi também convidada a compartilhar  experiências , a representante do Centro de Monitoramento do Orçamento e  Participação, sediado na Holanda, que desenvolve há mais de dois anos  uma parceria  com o INESC para o monitoramento do orçamento público na  cidade de Amsterdã.</p>
<p style="text-align: justify; ">Esse  encontro faz parte um processo de fomento da participação social no  orçamento público em países europeus, que pretende constituir uma  Plataforma Europeia de iniciativas cidadãs em torno do monitoramento dos  recursos públicos.</p>
<p style="text-align: justify; ">Para  além do seminário, foram realizados encontros com pesquisadores da  Universidade de Viena e traçada estratégias conjuntas. Para Iara  Pietricovsky e Alexandre Ciconello, que representaram o INESC nesse  encontro, “o Brasil tem muito o que compartilhar e aprender com  a  realidade atual das sociedades europeias de crise financeira e cortes  orçamentários. As organizações austríacas olham as experiências de  participação e transparência no orçamento existentes no Brasil como uma  referência para o avanço da democracia  local”.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>inesc</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2013-05-13T15:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.inesc.org.br/noticias/noticias-do-inesc/2013/maio/orcamento-de-san-e-direitos-das-populacoes-tradicionais-e-quilombolas">
    <title> Orçamento de SAN e Direitos das populações tradicionais e quilombolas</title>
    <link>http://www.inesc.org.br/noticias/noticias-do-inesc/2013/maio/orcamento-de-san-e-direitos-das-populacoes-tradicionais-e-quilombolas</link>
    <description>Consea promoveu uma Oficina de Orçamento de Segurança Alimentar e Nutricional, tendo como preocupações as ações para povos indígenas e povos e comunidades tradicionais. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="kssattr-macro-text-field-view kssattr-templateId-newsitem_view kssattr-atfieldname-text plain" id="parent-fieldname-text">
<p>Um dos grandes desafios dos membros do Conselho Nacional  de Segurança Alimentar e Nutricional (CONSEA) é incorporar na agenda de  suas organizações o monitoramento orçamentário e político dos programas  que dizem respeito às suas temáticas. Para atender a esta demanda o  Consea promoveu uma Oficina de Orçamento de Segurança Alimentar e  Nutricional, tendo como preocupação as ações para povos Indígenas e  povos e comunidades tradicionais.</p>
<p>A Oficina, realizada dia 22 de abril, no Auditório do Anexo I do  Palácio do Planalto, contou com a participação dos membros das Comissões  Permanente dos Povos Indígenas (CP6), das populações e comunidades  tradicionais (CP5) e da Comissão de Sistema e Política Nacional de SAN  (CP1), sendo a maioria mulheres e entre elas as representantes dos povos  de terreiro, quebradeiras de coco, mulheres quilombolas, indígenas e  agricultoras familiares e camponesas.</p>
<p>O objetivo da Oficina foi possibilitar uma visão panorâmica do  Orçamento do Plano Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional  (PLANSAN) e se deter nos programas específicos a fim de que os  representantes das populações mais vulnerabilizadas pudessem selecionar  as iniciativas orçamentárias que fossem consideradas estruturantes e  sobre elas elaborassem propostas efetivas e viáveis para serem  monitoradas em 2014.</p>
<p>Para realizar a Oficina, o Consea contou com a contribuição da  Secretaria de Planejamento e Investimentos Estratégicos (SPI) –  Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), do Ministério do  Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e do  Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc).</p>
<p>A abertura da Oficina foi realizada pelo coordenador da Comissão  Permanente sobre Sistema e Política Nacional de Segurança Alimentar e  Nutricional, Edélcio Vigna, e pela Secretaria Executiva Consea, Valéria  Burity, que ressaltaram a dimensão política dos recursos orçamentários.  Os representantes da SPI – Ministério do Planejamento, Orçamento e  Gestão (MPOG), Danielle Cronemberger e Kalid Nogueira, apresentaram os  dados sobre a execução de 2012 e aprovação da Lei Orçamentária Anual  (LOA) 2013. Por fim, foram elaboradas as Propostas para a Lei  Orçamentária Anual 2014.</p>
<p>Ao PLANSAN para 2012 foram destinados cerca de R$ 75,4 bilhões e  foram executados R$ 61,5 bilhões (81,5%). Ao colocarmos estes valores em  perspectiva com os valores totais do Orçamento, eles representam apenas  3,34% do total, que é de R$ 2,3 trilhões. Para os programas voltados  para as populações indígenas, comunidades quilombolas e populações e  comunidades tradicionais, foram autorizados R$ 12,1 bilhões e apenas R$  4,3 bilhões foram executados, conforme os dados do Ministério do  Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG).</p>
<p>Dentre as diversas propostas pode-se<span class="external-link"> ressaltar as que solicitam</span> a  desagregação das ações orçamentárias de SAN por raça/cor com  detalhamento do povo/comunidade/etnia de origem; a revisão com urgência o  marco regulatório e os instrumentos de repasse de recursos em ações  voltadas para povos indígenas, população negra e povos e comunidades  tradicionais, cujos entraves se refletem na baixa execução financeira e  orçamentária e respeitar o princípio da anualidade do orçamento,  encerrando a figura de “restos a pagar” do orçamento, entre outras.</p>
<p>Houve, igualmente, propostas para a metodologia de monitoramento do  Orçamento, como, por exemplo, a revisão da metodologia de monitoramento a  partir das metas apresentadas pela sociedade civil e não somente as  metas presentes no PLANSAN e analisar o orçamento a partir do indicador  de racismo institucional que promove a invisibilidade dos segmentos  diversos e a alocação dos recursos sem equidade. Dentre centenas de  ações foram selecionadas treze que serão m monitoradas pelo CONSEA e, em  especial pelas Comissões Permanentes de Segurança Alimentar e  Nutricional à População Negra e Povos e Comunidades Tradicionais (CP5) e  Comissão Permanente de Segurança Alimentar e Nutricional dos Povos  Indígenas (CP6).</p>
<p>“<i>Creio que o mais importante, além de termos tido uma visão do  Orçamento da União e colocado uma lupa sobre os programas que afetam as  comunidades mais vulnerabilizadas, foi a decisão do CONSEA e das  Comissões de acompanharem as ações selecionadas e criar uma cultura de  monitoramento orçamentário</i>”, observou Edélcio.</p>
<p><a href="http://www.inesc.org.br/noticias/biblioteca/textos/resultado-de-oficina-de-orcamento-san-abril-2013/view" class="external-link">Confira aqui o relatório com todas as discussões do evento</a></p>
<p><b>Edélcio Vigna, consultor do Inesc e conselheiro Titular do CONSEA</b></p>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>inesc</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>TEMAS-ORCAMENTO-PUBLICO-E-JUSTICA-TRIBUTARIA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>TEMAS-POLITICA-INDIGENA</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-05-08T13:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.inesc.org.br/noticias/noticias-do-inesc/2013/maio/brasilia-sedia-workshop-transparencia-orcamentaria-em-paises-de-lingua-portuguesa">
    <title>Brasília sedia Workshop Transparência Orçamentária em Países de Língua Portuguesa</title>
    <link>http://www.inesc.org.br/noticias/noticias-do-inesc/2013/maio/brasilia-sedia-workshop-transparencia-orcamentaria-em-paises-de-lingua-portuguesa</link>
    <description>Representantes governamentais e da sociedade civil de seis países lusófonos: Angola, Brasil, Portugal, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor Leste se reúnem para discutir boas práticas e desafios na transparência, participação e fiscalização orçamentárias nesses países. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Brasília sediará, nos dias 7 e 8  de maio, o <b>Workshop Transparência Orçamentária em Países de Língua Portuguesa, </b>que ocorrerá na Escola Nacional de Administração Pública (ENAP). O evento tem como principal objetivo apresentar os resultados do Índice de Orçamento Aberto 2012 (OBI 2012) * para representantes governamentais e da sociedade civil dos seis países lusófonos (Angola, Brasil, Portugal, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor Leste) que fizeram parte do estudo.</p>
<p>Organizado pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, por intermédio da Secretaria de Orçamento Federal (SOF), em parceria com o <i>International Budget Partnership </i>(IBP), e com o apoio da Associação Brasileira de Orçamento público (ABOP), os participantes do Workshop discutirão boas práticas e desafios na transparência, participação e fiscalização orçamentárias nos países participantes. A promoção do diálogo entre representantes governamentais e da sociedade civil será outro objetivo do Workshop.</p>
<p>O Inesc, um dos parceiros do IBP no estudo OBI 2012 estará presente no evento. José Antonio Moroni, membro do colegiado de gestão do Instituto, participará da mesa de abertura que ocorre na manhã de 7/5; e Alexandre Ciconello, assessor político do Inesc, acompanhará todas as discussões do evento.</p>
<p><b>Saiba mais sobre o Índice de Orçamento Aberto</b></p>
<p>A Pesquisa é a única avaliação independente e comparável do acesso público às informações orçamentárias do governo, da participação pública no processo orçamentário, e da força das instituições de fiscalização orçamentária. Ela é baseada em boas práticas orçamentárias desenvolvidas pelo FMI e pela OCDE, entre outros, e é realizada em cada país por parceiros do IBP que vêm de organizações da sociedade civil e de universidades. Os resultados globais do OBI apontam fraquezas na</p>
<p>transparência, participação e fiscalização orçamentárias em muitos países, mas também mostram o progresso que alguns países têm alcançado nos últimos anos.</p>
<p><a href="http://www.inesc.org.br/noticias/noticias-do-inesc/2013/maio/marco/brasil-mantem-posicao-no-indice-de-orcamento-aberto-2012" class="external-link">Confira matéria sobre o lançamento da pesquisa no Brasil</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>inesc</dc:creator>
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    <dc:date>2013-05-06T16:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.inesc.org.br/noticias/noticias-do-inesc/2013/maio/parlamentares-utilizam-o-orcamento-impositivo-para-exercer-clientelismo">
    <title>Parlamentares utilizam o orçamento impositivo para exercer clientelismo</title>
    <link>http://www.inesc.org.br/noticias/noticias-do-inesc/2013/maio/parlamentares-utilizam-o-orcamento-impositivo-para-exercer-clientelismo</link>
    <description>Em artigo, assessora política do Inesc afirma que as "emendas individuais de parlamentares  são um reforço ao clientelismo e fonte de corrupção, malversação de recursos públicos e superfaturamento de obras e serviços". </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; "><b>Por Eliana Graça, assessora política do Inesc</b><br />Nesta última semana foi instalada a Comissão Especial encarregada de apreciar a Proposta de Emenda à Constituição, PEC n°565/06 (com 16 apensadas), que trata de transformar o orçamento da União, hoje autorizativo, em orçamento impositivo. Esta proposta foi aprovada pelo Senado Federal em 2006 e aguardava parecer na Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados desde então.</p>
<p style="text-align: justify; ">A retirada desta matéria da gaveta da CCJ se deveu a uma iniciativa pessoal do Presidente da Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB/RN), que foi até lá num momento de reunião da Comissão para solicitar, ao colegiado, urgência na sua tramitação. Como resultado desta pressão, a PEC já recebeu parecer favorável pela admissibilidade na CCJ, o que significa que ela não fere a Constituição e tem sua tramitação liberada.</p>
<p style="text-align: justify; ">A proposta apadrinhada pelo presidente deverá ser aprovada ainda neste semestre.Na sua argumentação, o deputado deixa clara a intenção e desejo de que somente seja tornada impositiva a execução das emendas parlamentares. Para ele, o restante da execução do orçamento deve continuar como está, ou seja, a cargo do poder executivo, com autorização de gasto fornecida pelo Legislativo. Ainda segundo ele, esta alteração é uma promessa da sua campanha à presidência da Câmara.</p>
<p style="text-align: justify; ">Essa atitude do deputado Henrique Alves deixa evidente para a sociedade o que realmente moveu o senador Antonio Carlos Magalhães (PFL/BA) quando fez a primeira versão desta proposta de alteração da Constituição (PEC 22, de 2000). Naquela ocasião houve um atrito entre o senador baiano e o governo do então presidente Fernando Henrique Cardoso, que não executava as emendas aprovadas pelo senador. Como reação a esta situação ele apresentou em 2000 uma proposta que tratava do orçamento impositivo global, que obrigava o governo a executar todas as ações e valores aprovados pelo Parlamento.</p>
<p style="text-align: justify; ">Agora o deputado Henrique Alves revela o que realmente importa: as emendas parlamentares. Com o argumento de que somente os/as deputados/as federais e senadores/as conhecem a realidade dos municípios o deputado defende a importância de que essas emendas sejam executadas. Na realidade elas são  paroquiais e dirigidas aos municípios da base eleitoral de cada parlamentar. O que o presidente da Câmara quer é reduzir o orçamento impositivo global em obrigação de o governo executar somente as emendas individuais dos/as parlamentares.</p>
<p style="text-align: justify; ">A queixa geral interna ao Legislativo é que por meio dessas emendas o executivo coloca os parlamentares de joelhos e humilha o Parlamento, na medida em que elas são usadas como moedas de troca na hora de votações de interesse do governo.</p>
<p style="text-align: justify; ">Toda essa argumentação demonstra que o Parlamento brasileiro não está preocupado em exercer as prerrogativas conferidas pela Constituição no que se refere à questão orçamentária. Participar efetivamente da definição das políticas públicas inseridas no orçamento, fiscalizar a execução orçamentária e exigir transparência nos gastos públicos não fazem parte da agenda dos/as parlamentares, com raras e honrosas exceções. Para a maioria o que mudará o rumo da realidade brasileira são as suas emendas. O que eles não dizem é que elas são indispensáveis para a reeleição de cada um/a.</p>
<p style="text-align: justify; ">Essas questões são bastante polêmicas e têm levado o Inesc a se posicionar contra as emendas individuais de parlamentares por entender que elas são um reforço ao clientelismo, e fonte de corrupção, malversação de recursos públicos e superfaturamento de obras e serviços. Em muitos casos são elaboradas pelas próprias futuras executoras das ações que virão a ensejar, revelando uma relação promiscua entre o Parlamento e o setor privado.</p>
<p style="text-align: justify; ">Para o Inesc o processo de emendamento do orçamento quando da sua tramitação no Parlamento deveria ser de caráter coletivo, abrangente, no sentido de aperfeiçoar as macropolíticas propostas pelo executivo e não de caráter localizado, paroquial e clientelista, no velho estilo toma lá dá cá. As comissões técnicas das Casas Legislativas deveriam participar ativamente das definições de ações e montantes a serem aplicados em suas áreas especificas a fim de realmente servirem para o avanço democrático da alocação de recursos, da promoção dos direitos humanos e da superação de problemas que tanto afligem a maioria da população.</p>
<p style="text-align: justify; ">O orçamento tem que ser um instrumento de acesso dos brasileiros e das brasileiras aos seus direitos previstos na Constituição, nas leis e em acordos e tratados internacionais. Para isso a intervenção da representação parlamentar é primordial. Esse deve ser o verdadeiro sentido dos mandatos e não a sua mera reprodução por meio de sucessivas reeleições. <br /><br /><br /></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>inesc</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2013-05-06T15:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.inesc.org.br/noticias/noticias-do-inesc/2013/maio/inesc-participa-de-reuniao-do-comite-coordenador-do-ogp">
    <title>Inesc participa de reunião do Comitê Coordenador do OGP </title>
    <link>http://www.inesc.org.br/noticias/noticias-do-inesc/2013/maio/inesc-participa-de-reuniao-do-comite-coordenador-do-ogp</link>
    <description>Inesc faz parte do Comitê Coordenador e foi representado por Iara Pietricovsky, membro do colegiado de gestão do Instituto. Governo brasileiro apresentou rascunho do 2º Plano de Ação. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="kssattr-macro-text-field-view kssattr-templateId-newsitem_view kssattr-atfieldname-text plain" id="parent-fieldname-text">
<p>O Inesc participou, entre os dias 22 e 25 de abril, da  reunião do Comitê Coordenador do Open Government Partnesrship (Parceria  para o Governo Aberto) em Londres, na Inglaterra. O Inesc é o único  representante da sociedade civil brasileira que integra o Comitê e na  reunião foi representado por Iara Pietricovsky, membro do colegiado de  gestão do Instituto.</p>
<p class="internatext">O OGP é uma iniciativa destinada a promover  avanços concretos nos compromissos assumidos pelos governos no sentido  de garantir maior acesso às informações públicas, aumentar a  participação cívica, combater a corrupção e aproveitar novas tecnologias  para tornar os governos mais transparentes, eficazes e responsáveis  diante dos cidadãos.</p>
<p class="internatext">Entre os temas que foram discutidos no evento  estiveram: a forma de mudança (rotatividade) de governos e OnGs no  Comitê Coordenador do OGP; a extensão do prazo para apresentação dos  Planos de Ação dos países (documento que reúne as metas sobre  transparência e acesso à informação); a entrada de mais um país e uma  OnG no grupo coordenador; a discussão sobre temas relativos ao  financiamento da iniciativa e auditorias das atividades do grupo; a  organização dos grupos de trabalho, bem como o debate sobre a  Conferência Mundial do OGP, que ocorrerá em outubro, também em Londres.</p>
<p class="internatext"><b>Plano de Ação Brasileiro</b></p>
<p class="internatext">O secretário de Prevenção da Corrupção e  Informações Estratégicas, Sérgio Seabra, e a chefe da Assessoria  Internacional, Roberta Solis Ribeiro, ambos da Controladoria-Geral da  União (CGU), foram os representantes do governo brasileiro em Londres,  na reunião da OGP. Seabra apresentou o rascunho do 2º Plano de Ação  Brasileiro para Governo Aberto, que está sendo finalizado no Brasil. Na  ocasião, o Sérgio destacou que a construção do 2º Plano está contou com  maior participação da sociedade civil brasileira. que houveram avanços  na construção do 2º Plano.</p>
<p class="internatext">Segundo matéria publicada pela CGU, Seabra  “explicou que o processo participativo se deu por meio de diálogos entre  governo e sociedade, realizados virtual e presencialmente, resultando  na elaboração de 32 propostas de compromissos, submetidas à análise do  Governo Federal. O fórum virtual, viabilizado por meio da ferramenta <a href="http://edemocracia.camara.gov.br/web/acoes-ogp/inicio" target="_blank">e-Democracia</a>,  e acessível a todos os brasileiros, foi realizado de outubro a dezembro  de 2012”. Outra ação destacada pelo secretário foi a realização de uma  reunião presencial com cerca de 80 organizações da sociedade civil de  todo o país. Na ocasião, essas organizações também ajudaram a produzir  novas propostas. “O novo plano engloba 15 compromissos em adesão às  propostas apresentadas pelos cidadãos”, esclarece Sérgio Seabra. (Com  auxílio de informações da CGU)</p>
<p class="internatext"><b>Saiba mais sobre o OGP</b><br /> OGP é uma  iniciativa multilateral que foi lançada em 2011 e busca promover um  governo aberto e responsável diante dos seus cidadãos, sob a supervisão  de um comitê coordenador composto por representantes de governos e de  organizações da sociedade civil. Entre os objetivos da OGP estão: 1)  Reforçar as normas em torno de acesso a informação pública; 2) Mostrar  inovações na governança democrática dos países desenvolvidos e em  desenvolvimento; 3) Obter compromissos concretos por parte dos governos  de cumprir a agenda do governo aberto; e 4) Ter a sociedade civil como  um parceiro fundamental na iniciativa da OGP.</p>
<p class="internatext">Para fazer parte da OGP, os países participantes  endossam uma Declaração de Princípios e apresentam Planos de Ação  Nacionais, comprometendo-se a adotar medidas concretas para o  fortalecimento da transparência das informações e atos governamentais,  combate à corrupção, fomento a participação cidadã, gestão dos recursos  públicos, integridade nos setores público e privados.</p>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>inesc</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2013-05-03T13:20:16Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.inesc.org.br/noticias/noticias-do-inesc/2013/maio/integrantes-de-varias-geracoes-do-onda-ajudam-a-construir-a-memoria-do-projeto">
    <title>Integrantes de várias gerações do Onda ajudam a construir a memória do projeto </title>
    <link>http://www.inesc.org.br/noticias/noticias-do-inesc/2013/maio/integrantes-de-varias-geracoes-do-onda-ajudam-a-construir-a-memoria-do-projeto</link>
    <description>Cerca de cem pessoas se reuniram para assistir aos vídeos do projeto, bem como para contribuir com depoimentos sobre o Onda. O material auxiliará a sistematização dos cinco anos de atividades do projeto.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="kssattr-macro-text-field-view kssattr-templateId-newsitem_view kssattr-atfieldname-text plain" id="parent-fieldname-text">
<p>No último final de semana, jovens do projeto “Onda:  adolescentes em movimento pelos direitos” participaram da 5ª edição do  “Cinema e Política, que desta vez teve o desafio de discutir as ações do  próprio projeto. Cerca de 100 participantes de todas as gerações do  projeto entre colaboradores, profissionais das escolas, representantes  do Inesc, membros da família, construíram uma espécie de memória do  projeto e apontaram os impactos do Onda nas comunidades, na escola e nas  famílias.</p>
<p>O objetivo do evento foi fazer um levantamento por meio de  depoimentos da memória dos cinco anos de existência do Onda. Na  oportunidade, todos tiveram espaço para falar e/ou escrever sobre o  projeto. O material ajudará na organização da sistematização do projeto  que será feita por meio da produção de um livro que será disponibilizado  para os parceiros e amigos.</p>
<p>“É muito emocionante ouvir tantas vozes diferentes sobre o mesmo  projeto. Os jovens que fizeram parte dele reforçam a sensação de que  nossos objetivos foram alcançados. Mudanças aconteceram que impactaram  suas vidas e suas comunidades. A gente não consegue ter ideia do quanto  nossos debates provocaram ações e iniciativas dos jovens para defender  direitos”, afirma Marcia Acioli, assessora política do Inesc responsável  pela Onda.</p>
<p>Depois de participarem de uma grande roda de apresentações, os  adolescentes assistiram cinco vídeos sobre a história do grupo que foram  produzidos ao longo do tempo. Em seguida, foram realizadas duas rodas  de conversa, uma de jovens e outra de adultos, guiadas por perguntas  motivadoras. Por último, eles escreveram os momentos que mais os/as  impactaram e penduraram os depoimentos em um grande varal.</p>
<p>Um dos momentos mais emocionantes do encontro foi o depoimento da  ex-diretora do Cean, Aurora Silva Pereira. “O projeto consegue fazer uma  educação verdadeiramente cidadã, promovendo autonomia nos alunos e o  sentimento de compromisso social. A inserção do projeto não ameaçou a  vida escolar, muito pelo contrário, garantiu maior amadurecimento  intelectual”, afirmou.</p>
</div>
<h5 class="hiddenStructure">Ações do documento</h5>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>inesc</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2013-05-03T13:19:06Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.inesc.org.br/noticias/noticias-do-inesc/2013/maio/nota-publica-de-solidariedade">
    <title>Nota Pública de Solidariedade</title>
    <link>http://www.inesc.org.br/noticias/noticias-do-inesc/2013/maio/nota-publica-de-solidariedade</link>
    <description>Inesc declara seu repúdio à falta de liberdade de expressão de organizações que defendem mudanças na legislação brasileira em relação aos direitos das mulheres. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Instituto de Estudos Socioeconômicos – INESC vem a público manifestar sua solidariedade às organizações feministas citadas no Requerimento de Criação de Comissão Parlamentar de Inquérito N° 21/13, conforme registro da Secretaria Geral da Mesa da Câmara dos Deputados. São elas: o Centro Feminista de Estudos e Assessoria (CFEMEA), a Rede Feminista de Saúde, a Católicas pelo Direito de Decidir e o IPAS.<br />Segundo a argumentação utilizada no Requerimento, o objetivo da instalação da CPI é “investigar a existência de interesses e financiamentos internacionais para promover a legalização do aborto no Brasil, prática tipificada como crime no Código Penal Brasileiro, em seus artigos 124 a 127”. Essas organizações não governamentais são elencadas como aquelas que recebem financiamentos internacionais para se dedicarem explicitamente à promoção da legalização do aborto.<br />Frente a essa argumentação, o INESC declara seu repúdio a mais esse ataque contra o direito à liberdade de organização e de expressão das organizações brasileiras, garantido na Constituição Federal. É uma negação ao simples direito de defender uma mudança na legislação brasileira, o que pelo ordenamento jurídico vigente não se constitui crime. Esse requerimento é mais uma ação que reforça a criminalização dos movimentos sociais. <br />O INESC faz um apelo ao Senhor Deputado Henrique Eduardo Alves, Presidente da Câmara dos Deputados, para que não instale essa CPI em nome da democracia e da liberdade de organização.<br />Enquanto defensor dos Direitos Humanos, o INESC reafirma solidariedade, e apoio e se incorpora à luta empreendida por essas organizações em defesa dos direitos sexuais e reprodutivos das mulheres e em defesa do Estado laico.<br /><br />Brasília, 2 de maio de 2013.<br /><br />Instituto de Estudos Socioeconômicos - INESC   <br /><br /> <br /><br /></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>inesc</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2013-05-03T13:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.inesc.org.br/noticias/noticias-do-inesc/2013/abril/povos-indigenas-e-quilombolas-participam-de-oficina-sobre-reforma-politica-em-salvador">
    <title>Povos indígenas e quilombolas participam de oficina sobre reforma política em Salvador</title>
    <link>http://www.inesc.org.br/noticias/noticias-do-inesc/2013/abril/povos-indigenas-e-quilombolas-participam-de-oficina-sobre-reforma-politica-em-salvador</link>
    <description>Inesc e CESE realizaram evento com o objetivo de introduzir informações sobre o tema, especialmente a questão da sub-representação dessa camada da sociedade no Congresso Nacional.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Inesc em parceria com Coordenadoria Ecumênica de Serviço (CESE) realizaram, entre os dias 22 e 25 de abril, em Salvador, BA, a oficina “Comunicação e Poder”. O encontro, direcionado para povos indígenas e quilombolas, teve o objetivo de introduzir o tema reforma política, especialmente a questão da sub-representação dessa camada da sociedade no Congresso Nacional. <br /><br />Diversas comunidades quilombolas e povos indígenas da Bahia e do norte de minas, além de representantes Articulação dos Povos e Organizações Indígenas do Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo participaram do evento. Para além da questão da reforma política, os participantes fizeram um levantamento das ameaças em relação aos direitos territoriais e criminalização à esses povos. <br /><br />As assessoras políticas do Inesc, Cleomar Manhas e Márcia Acioli, representaram a entidade na  oficina e tiveram como objetivo principal sensibilizar os participantes a se engajarem na batalha por assinaturas do projeto de lei de iniciativa popular desenvolvido pela Plataforma dos Movimentos Sociais pela reforma do sistema político ( organização que reúne diversas organizações e movimentos e começaram a coletar assinaturas para a Iniciativa Popular da reforma política desde 2012).  <a class="external-link" href="http://www.reformapolitica.org.br/">Veja mais aqui</a><br /><br />Segundo Cleomar, a realização do evento teve grande relevância. "É extremamente importante ter a parceria de povos indígenas e quilombolas nesta luta por uma verdadeira reforma do sistema político, que contemple os vários segmentos de nossa população e de nosso território"<br /><br />Para Viviane Hermida, assessora de projeto e formação da CESE, esta foi mais uma atividade que se soma aos trabalhos realizados pela entidade. “Foi muito positivo colocar em um mesmo espaço indígenas e quilombolas para discutirem estratégias de incidência política”, ressaltou. <br /><br /></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>inesc</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>TEMAS-POLITICA-SOCIOAMBIENTAL</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>TEMAS-POLITICA-INDIGENA</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-04-30T16:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.inesc.org.br/noticias/noticias-do-inesc/2013/abril/inesc-participa-de-seminario-do-programa-de-cooperacao-paa-africa">
    <title>Inesc participa de seminário do Programa de cooperação PAA África</title>
    <link>http://www.inesc.org.br/noticias/noticias-do-inesc/2013/abril/inesc-participa-de-seminario-do-programa-de-cooperacao-paa-africa</link>
    <description>O  PAA África é uma ação inspirada no PPA brasileiro que foi iniciada em 2012 para reforçar a relação do Brasil com cinco países africanos nos temas de agricultura e luta contra a fome.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Entre os dias 23 e 25 de abril, Nathalie Beghin, coordenadora da assessoria do Inesc, participou em Dakar, Senegal, do seminário “PAA África - Purchase from Africans to África” (PAA África) – projeto de cooperação triangular entre o Brasil, o Programa Mundial de Alimentos (PMA), a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), o Departamento Internacional de Desenvolvimento (DFID) e cinco países africanos (Moçambique, Etiópia, Malauí, Senegal e Níger) que visa levar a experiência do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). Beghin foi representando o Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), que faz parte do  Comitê Executivo do projeto.</p>
<p>O PAA África é uma ação inspirada no PPA brasileiro que foi iniciada em 2012 para reforçar a relação do Brasil com esses países africanos nos temas de agricultura e luta contra a fome. O Projeto visa incentivar o governo dessas nações a adquirir alimentos diretamente dos agricultores familiares e distribuí-los nas escolas para a alimentação dos alunos. Liderado pelo Brasil, o PPA África funciona de forma cooperativa entre os países, as agências da Organização das Nações Unidas (ONU), o departamento de desenvolvimento para a cooperação do Reino Unido e o DFID.</p>
<p>O programa desenvolve ações como: a compra local diretamente dos pequenos agricultores para abastecer a alimentação escolar e a prestação de assistência técnica aos pequenos produtores. Além de viabilizar a contratação de consultores brasileiros que têm por principal tarefa trabalhar em parceria com governos para elaborar o diagnóstico e a estratégia de implementação do PAA África no país.</p>
<p><b>O Encontro</b></p>
<p>O Seminário foi aberto pelo primeiro ministro do Senegal, Abdoul Mbaye, e contou com cerca de 50 participantes – entre representantes PMA, da FAO e do DFID, dos governos dos  países integrantes do PAA África, além de membros da sociedade civil de cada país.</p>
<p>Durante o debate, os participantes puderam trocar experiências e definir os próximos passos dos projetos-piloto em cada país e as possibilidades de avanço na área. Ao longo dos três dias,  os participantes puderam compartilhar as diversas visões, expectativas, desafios e experiências na implementação do Programa, encorajando o debate e a avaliação das atividades atuais e discutindo possibilidades para o futuro.</p>
<p>A missão do Consea foi compartilhar a experiência brasileira de participação social, tanto no âmbito do PAA, como da política e do sistema de segurança alimentar e nutricional no Brasil. “A intensificação da participação social é um dos grandes desafios do PPA África, pois a ideia de concertação social não faz parte da cultura nem dos governos nem das agências executoras. Ademais, em muitos desses países as organizações da sociedade civil carecem de recursos de todo tipo (financeiros, institucionais, humanos etc.) , por vezes, de marco legal e, em alguns casos são criminalizadas e perseguidas. No entanto, acredito que o Brasil, por intermédio do governo, do Consea e da promoção de intercâmbios entre organizações e movimentos sociais dos dois continentes têm condições de, aos poucos, consolidar esse princípio no âmbito do PAA África", afirmou Nathalie Beghin.</p>
<p>Sugiro fazer o link para o site do <a class="external-link" href="http://paa-africa.org/">PAA África</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>inesc</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>TEMAS-ORCAMENTO-PUBLICO-E-JUSTICA-TRIBUTARIA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>TEMAS-REFORMA-AGRARIA-E-SOBERANIA-ALIMENTAR</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-04-30T16:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.inesc.org.br/noticias/noticias-do-inesc/2013/abril/projeto-do-inesc-e-contemplado-na-selecao-publica-da-petrobras">
    <title>Projeto do Inesc é contemplado na Seleção Pública da Petrobras</title>
    <link>http://www.inesc.org.br/noticias/noticias-do-inesc/2013/abril/projeto-do-inesc-e-contemplado-na-selecao-publica-da-petrobras</link>
    <description>Intitulado como "Adolescentes Protagonistas", o projeto foi o único da área social do Distrito Federal selecionado pela Petrobras. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="kssattr-macro-text-field-view kssattr-templateId-newsitem_view kssattr-atfieldname-text plain" id="parent-fieldname-text">
<p><span style="height: 1.5em;">O projeto “Adolescentes  Protagonistas”, que será desenvolvido pelo Instituto de Estudos  Socioeconômicos (Inesc), foi contemplado na Seleção Pública de Projetos  2012 do Programa Petrobras Desenvolvimento e Cidadania. A proposta está  entre as 130 escolhidas de todas as regiões brasileiras e foi a única da  área social selecionada no Distrito Federal.</span><span style="height: 1.5em;"> </span></p>
<p>Com o financiamento da Petrobras, o Inesc dará continuidade ao  trabalho de Tecnologia Social (TS) desenvolvido pelo Instituto em cinco  escolas públicas do DF, todas em situação de violência e em contexto de  baixo acesso a políticas públicas. Entre as escolas, uma pertence à  Unidade de Internação do Plano Piloto – UIPP, destinada a adolescentes  em conflito com a lei. A outra é uma escola quilombola, situada em  Mesquita, próxima a Brasília.</p>
<p>O Adolescentes Protagonista é um braço do projeto “Onda:adolescentes  em movimento pelos direitos”, projeto desenvolvido pelo Inesc desde  2009. O trabalho consiste na formação em Direitos Humanos, Cidadania e  Orçamento Público com ênfase na participação democrática. A metodologia  agrega fundamentos da educação popular, da arte-educação e da  educomunicação.<span style="height: 1.5em;"> </span></p>
<p><b>Divulgação dos Selecionados pela Petrobras</b></p>
<p>Os resultados foram divulgados no dia 17/4 aos representantes de  projetos finalistas e a jornalistas em três coletivas de imprensa  simultâneas. Os eventos ocorreram no Rio de Janeiro, Brasília e Mata de  São João (BA). Segundo Rosane Aguiar, gerente de Investimentos Sociais  da Petrobras, o desafio da empresa é  ampliar a abrangência de projetos  no país. “A nossa meta é ver nas próximas seleções um número maior de  projetos contemplados em todas as regiões, democratizando o investimento  de recursos em iniciativas sociais e ambientais de todo o país”,  afirmou Rosane.</p>
<p><b>Seleção dos Projetos</b></p>
<p>A cada dois anos, a Petrobras realiza seleções públicas como forma de  democratizar o acesso aos recursos e garantir a transparência do  processo de patrocínio. A Companhia também promove as caravanas que são  oficinas presenciais e online para capacitar as organizações proponentes  na elaboração de projetos sociais e ambientais. Para estas seleções,  foram capacitadas mais de 4 mil pessoas em 37 cidades de norte a sul do  país, e realizados mais de 2.500 atendimentos online. De janeiro a  abril, foi realizado o processo de análise e escolha dos projetos,  composto por quatro etapas para cada programa: Triagem Administrativa,  Triagem Técnica, Comissão de Seleção e Conselho Deliberativo.</p>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>inesc</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>TEMAS-INFANCIA-E-JUVENTUDE</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-04-24T14:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.inesc.org.br/noticias/noticias-do-inesc/2013/abril/inesc-participa-de-evento-sobre-a-agenda-pos-2015-e-seguimento-a-rio-20">
    <title>Inesc participa de evento sobre a Agenda Pós-2015 e Seguimento à Rio +20</title>
    <link>http://www.inesc.org.br/noticias/noticias-do-inesc/2013/abril/inesc-participa-de-evento-sobre-a-agenda-pos-2015-e-seguimento-a-rio-20</link>
    <description>Iara Pietricovsky, membro do colegiado de gestão do Inesc e representante da sociedade civil no evento, afirmou que os Objetivos do Milênio não foram cumpridos por vários países. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="kssattr-macro-text-field-view kssattr-templateId-newsitem_view kssattr-atfieldname-text plain" id="parent-fieldname-text">
<p><span style="height: 1.5em;">A primeira etapa da fase  presencial das Consultas Públicas para a Agenda de Desenvolvimento  Global Pós-2015 foi concluída com a realização do evento “Diálogo  Social: Agenda Pós-2012 e Seguimento à Rio+20”.  Iara Pietricovsky,  membro do colegiado de gestão do Inesc, compôs a mesa principal do  evento como representante da sociedade civil. O evento ocorreu no  Palácio do Planalto e foi promovido pelo Conselho de Desenvolvimento  Econômico e Social e pela Secretaria Geral da Presidência da República.</span></p>
<p>Além de Iara, a mesa contou com a participação dos ministros Gilberto  Carvalho, da Secretaria Geral da Presidência da República; Antonio  Patriota, das Relações Exteriores; Izabella Teixeira, do Meio Ambiente;  Tereza Campello, do Desenvolvimento Social e Combate à Fome; do  coordenador residente do Sistema ONU no Brasil e representante residente  do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (<a href="http://www.pnud.org.br/" target="_blank">PNUD</a>), e dos embaixadores André Corrêa do Lago e Luiz Alberto Figueiredo.</p>
<p>Durante o evento, foram detalhados os próximos passos depois das  Consultas Públicas, que atendem as demandas da Agenda Pós-2015,  incluindo os ODMS e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável –  iniciados na Rio+20. A ministra Tereza Campello afirmou que o “Brasil é  referência internacional para o tema de desenvolvimento sustentável e  que, portanto, tem a responsabilidade e dever de ser protagonista no  processo de construção de pactos globais para além de 2015.</p>
<p>Diversas entidades e movimentos sociais também estiveram presentes e  fizeram suas intervenções durante o debate. Iara teceu críticas sobre os  Objetivos do Milênio (ODMs). “Os ODMs foram construídos de cima para  baixo e não foram cumpridos em vários países, pois a governança global  existente foi incapaz de assegurar seu efetivo financiamento. Ademais,  os ODMs resultaram no esvaziamento da agenda dos direitos humanos  duramente conquistada no Ciclo Socioambiental da ONU iniciado na Rio  92”, afirmou.</p>
<p>Segundo Iara, os ODMs se inscrevem na contramão do fortalecimento do  Estado como garantidor dos direitos humanos e se inserem no seguinte  contexto:  (i) de desarticulação do multilateralismo; (ii) de  privatização das instâncias globais públicas resultado da crescente  participação de empresas privadas no financiamento de seu cumprimento e  na tomada de decisões; e (iii) de captura de governos por processos  religiosos extremistas.</p>
<p>“Por isso, tenho dúvidas quanto a efetividade da construção da Agenda  Pós-2015, considerando a fragilidade (política, institucional,  financeira) na qual se encontra o multilateralismo por meio da ONU e a  inexistência de efetivos mecanismos de participação social que garantam a  incorporação das demandas e necessidades das pessoas diretamente  afetadas por modelos de produção e consumo que geram violações de  direitos humanos, privatização dos bens comuns e financeirização da  natureza”, criticou.</p>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>inesc</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>TEMAS-POLITICA-SOCIOAMBIENTAL</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-04-24T14:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.inesc.org.br/noticias/noticias-do-inesc/2013/abril/organizacoes-vao-a-brasilia-denunciar-violacoes-de-direitos-e-criminalizacao-da-acao-social">
    <title>Organizações vão a Brasília denunciar violações de direitos e criminalização da ação social</title>
    <link>http://www.inesc.org.br/noticias/noticias-do-inesc/2013/abril/organizacoes-vao-a-brasilia-denunciar-violacoes-de-direitos-e-criminalizacao-da-acao-social</link>
    <description>Tema será debatido em audiência com a Secretaria de Direitos Humanos dia 24 de abril; no mesmo dia, o grupo se reúne com a Frente Parlamentar de Direitos Humanos para entrega de documento que destaca a criminalização das lutas sociais e a importância do cumprimento - por parte do governo – da Convenção 169. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><b>No próximo dia                       24 de abril, organizações da sociedade civil                       brasileira estarão em Brasília para atos de                       denúncia da criminalização que vem sofrendo as                       lutas sociais no país.</b> Uma audiência                     com a Secretaria de Direitos Humanos está agendada                     para as 14h; e às 16h, está marcado um encontro com                     a Frente Parlamentar de Direitos Humanos da Câmara                     Federal. Na pauta estão o monitoramento do Pacto                     Internacional dos Direitos Econômicos, Sociais e                     Culturais (PIDESC) e o Programa Nacional de Direitos                     Humanos (PNDH 3).</p>
<p>“Nosso objetivo                     é destacar o momento de ameaça aos direitos humanos                     com ênfase especial à criminalização das lutas                     sociais. Nesse sentido, vamos entregar às                     autoridades documentos que expressam nossa                     preocupação com as ameaças à segurança humanitária                     na América Latina e no Brasil, e também cobrar do                     governo uma posição em relação ao cumprimento da                     Convenção 169 da OI que versa sobre os direitos                     fundamentais dos povos indígenas e tribais”, informa                     Walter Altmann, do Conselho Mundial de Igrejas, uma                     das organizações que compõem o conjunto de entidades                     que estarão nas audiências.</p>
<p>O grupo                     entregará aos parlamentares e aos representantes da                     SEDH o <b>III                       Relatório Periódico de Direitos Humanos</b> e uma                     <b>carta do                       Conselho Mundial de Igrejas</b> sobre a segurança                     humanitária na América Latina.</p>
<p>O Relatório tem                     como finalidade contribuir no monitoramento político                     da situação concreta dos direitos humanos no Brasil,                     com enfoque na situação dos sujeitos de direitos.                     Seu foco está em uma análise abrangente, com caráter                     analítico-político, podendo conter estudos de casos,                     denúncias e recomendações, tentando circunscrever o                     período a partir de 2007 até o presente momento.</p>
<p>Já a carta do                       CMI identifica a violência, os assassinatos                       extra-judiciais, o tráfico de drogas, o tráfico de                       seres humanos, o "feminicídio" e a exclusão de                       mulheres,  jovens,                       povos indígenas e migrantes como questões de                       interesse primordial para as igrejas.</p>
<p>A declaração                       condena os ataques a povos indígenas e comunidades                       tradicionais, uma das questões humanitárias mais                       graves no Brasil hoje em dia. O CMI demanda que                       "empreendimentos econômicos e projetos de                       corporações transnacionais em terras ancestrais                       sejam implementados em consulta com os povos                       dessas terras, como estipulado pela Convenção 169                       da Organização Internacional do Trabalho e a                       Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos                       Povos Indígenas ".</p>
<p>O grupo será                     composto por representantes do Projeto Monitoramento                     dos Direitos Humanos e de organizações como o PAD, o                     Movimento Nacional de Direitos Humanos, Parceiros de                     Misereor no Brasil, organizações do FEACTBR, como o                     CONIC e o Conselho Mundial de Igrejas.<b><br /> </b><b>Agenda</b><br /> <b>O quê:</b> Encontro com a Frente Parlamentar de                       Direitos Humandos da Câmara dos Deputados<br /> <b>Quando: </b>24/4 a partir das 16h<br /> <b>Local: </b>Comissão de Costituição e Justiça                       da Câmara dos Deputados, no Plenário I, Anexo II</p>
<p><small> </small></p>
<p><small> </small></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>inesc</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>TEMAS-DEMOCRACIA-PARLAMENTO-SOCIEDADE</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>TEMAS-DIREITOS-HUMANOS-E-IGUALDADE</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-04-23T15:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>





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