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Organizações pedem reforma tributária e apóiam aumento de tributos

Publicado em 14/01/2008 11:09

Diário do Grande ABC

Organizações da sociedade civil lançaram nesta quinta-feira (10) um documento no qual cobram uma reforma tributária mais justa e apóiam o aumento de impostos promovido pelo governo no início do ano para compensar a perda de arrecadação de cerca de R$ 40 bilhões anuais devido ao fim da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira), imposto derrubado pelo Congresso Nacional e que deixou de existir a partir de 1º de janeiro.

O manifesto ‘Por uma Reforma Tributária Justa’, lançado em conjunto com grupos religiosos e intelectuais, foi encaminhado aos ministros da Fazenda, Guido Mantega, do Planejamento, Paulo Bernardo e a deputados e senadores.

De acordo com o economista do Inesc (Instituto de Estudos Socioeconômicos), Evilásio Salvador, o documento tem o objetivo de “sensibilizar a sociedade e o governo para a necessidade de uma reforma tributária que tenha como primazia a justiça tributária”.

Evilásio Salvador afirmou que o sistema tributário brasileiro se concentra em tributos sobre faturamento e sobre consumo, o que faz com que a população de menor renda pague mais percentualmente do que a parcela mais rica da população.

“O que ocorre é que a população, na maioria das vezes, não sabe que paga impostos, pensa que imposto é apenas o imposto de renda, IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano), essas outras questões. Mas há um conjunto de tributos no Brasil que incide sobre o faturamento, sobre a produção, que acabam sendo repassados ao consumo e sendo pagos de forma geral pela população”, avalia Salvador.

Para o economista, o ideal seria um sistema tributário com mais impostos sobre a renda e o patrimônio, como o imposto sobre grandes fortunas, previsto na Constituição, mas não regulamentado.

Participaram da elaboração do documento o MST (Movimento dos Trabalhadores Sem Terra), a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), a CPT (Comissão Pastoral da Terra), a Abong (Associação Brasileira de Organizações Não-Governamentais) e a UNE (União Nacional dos Estudantes), além de intelectuais e outras entidades.

Fonte: Diário do Grande ABC

 

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