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Cortes no orçamento da Saúde preocupam ministro

Publicado em 03/04/2008 10:43

Danilo Macedo
Repórter da Agência Brasil

 




Brasília - Com a epidemia de dengue no Rio de Janeiro, faltam médicos
especializados para tratar as vítimas da doença. Segundo o ministro da
Saúde, José Gomes Temporão, estão sendo abertos novos leitos, mas ainda
não há profissionais para operar todos eles. "Ontem nós abrimos 90
leitos no Hospital Anchieta, mas só temos profissionais de saúde para
operar 30", afirmou.

Ao participar da primeira reunião de 2008 da Central Internacional de
Compra de Medicamentos (Unitaid), no Palácio Itamaraty, o ministro
ressaltou: ?É importante que as pessoas saibam que, além do acúmulo
muito grande dos casos de dengue que estão sendo atendidos na rede, as
pessoas continuam enfartando, continuam sendo baleadas, continuam tendo
acidentes de carro, continuam adoecendo. Nós temos que atender todos.?
Por isso, o Ministério da Saúde está convocando mais médicos, inclusive
aposentados e de outros estados, para apoiar no combate à dengue. Em
relação aos recursos de R$ 3 milhões anunciados ontem no Diário Oficial
da União (DOU), Temporão disse que serão liberados para custear gastos
adicionais com medicamentos, equipamentos e contratação de
profissionais.

Apesar de dizer que o governo federal dará apoio para combater a
epidemia de dengue na capital fluminense, o ministro da Saúde se disse
preocupado com os cortes em alguns programas. As ações de Vigilância,
Prevenção e Controle da Dengue, por exemplo, segundo o Instituto de
Estudos Socioeconômicos (Inesc), tiveram corte de R$ 4,65 milhões,
correspondente a 24,9% do valor total previsto e maior que o liberado
ontem.

"Estou preocupado porque esse foi um corte realizado pelo Congresso
Nacional e que atingiu vários outros programas do Ministério da Saúde.
Só para se ter idéia, o orçamento veio com cortes de quase R$ 300
milhões em vacinas. É evidente que não vamos parar de vacinar as
pessoas. Vamos vacinar de qualquer maneira, mas vamos ter que fazer,
possivelmente, uma recomposição do orçamento do ministério para que, lá
na frente, não tenhamos nenhum problema específico", acrescentou.
Temporão informou que já está conversando com o Ministério do
Planejamento para definir essa estratégia de recomposição dos recursos
que foram cortados.
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