A mulher e os desafios da emancipação
A mulher e os desafios da emancipação
A Chamada Global para a Ação contra a Pobreza – Aliança pela Igualdade, Plataforma Brasil, vai realizar em Brasília o primeiro dos três eventos previstos para discutir a relação entre pobreza, desigualdade e a questão de gênero na América Latina. A mulher e os desafios da emancipação é o tema que vai inspirar as atividades de cunho político e cultural, tanto em Brasília (agosto), quanto em Fortaleza (outubro) e em Lima, no Peru (novembro).
Na capital federal, o evento vai ser realizado na Biblioteca Nacional de Brasília, na Esplanada dos Ministérios, de 15 a 30 de agosto. A abertura, no dia 15, contará com a participação de ministros, políticos, lideranças feministas, representantes de organismos internacionais, artistas e autoridades de expressão local e nacional. Será um evento aberto ao público, totalmente gratuito, que entrará na agenda cultural da cidade. Parte da programação já está confirmada:
- Lançamento do livro “Sonhos - vidas comuns em tempos extraordinários”, de Carolina Benshemesh. Será na abertura do evento, com coquetel para convidados.
- Exposição fotográfica “Sonhos - vidas comuns em tempos extraordinários”, de Carolina Benshemesh. Serão exibidos 27 painéis que constam da publicação e outras fotos do livro, apresentadas em versão digital.
- Mostra de longas e curtas metragens da América Latina, Israel, Palestina, Índia e África sobre o tema “Mulher e Desigualdade” em suas diferentes dimensões: pobreza, discriminação, poder, sexualidade, prostituição, migração, etc.
- Ciclo de debates com representantes da sociedade civil, parlamentares, academia, lideranças feministas. A composição variada das mesas proporcionará debates com diferentes olhares sobre os temas priorizados.
- Apresentações da banda Batalá e do cantor Eduardo Rangel
A Chamada Global para a Ação contra a Pobreza – Aliança pela Igualdade
A Chamada Global para a Ação contra a Pobreza – Aliança pela Igualdade é uma das maiores articulações já organizadas por cidadãos e cidadãs em todo o mundo. Ela reúne organizações e movimentos sociais de mais de 100 países e defende a adoção de políticas nacionais e internacionais de combate à pobreza que sejam democráticas, transparentes e passíveis de controle por parte de cidadãos e cidadãs; regras comerciais justas; perdão da dívida dos países pobres; e melhoria na qualidade da ajuda internacional.
No Brasil, a Chamada é coordenada pelo Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc), Movimento de Trabalhadores Sem Terra (MST), Fórum Nacional de Reforma Urbana (FNRU), Action Aid Brasil e Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase). A coordenação regional latino-americana e caribenha tem El Salvador como ponto focal.
O símbolo da Chamada é uma banda branca.
A Chamada Global para a Ação contra a Pobreza em 2007
Lançada em janeiro de 2005, a Chamada realiza atividades e mobilizações com o objetivo de alertar a sociedade para os grandes índices de pobreza e desigualdade que existem no mundo. A Plataforma Brasil e a Coalizão América Latina e Caribe da Chamada Global para a Ação contra a Pobreza – Aliança pela Igualdade definiram como eixo condutor de suas ações no ano de 2007 a “feminização” da pobreza. No contexto do debate sobre o combate à desigualdade e à pobreza, abordar o tema da mulher surge como aspecto fundamental. Os números falam por si: 70% dos pobres do mundo e 65% dos analfabetos são mulheres. Esses dados ilustram a realidade da discriminação de gênero e seus reflexos na condição de pobreza, evidenciando a importância de discutir o tema.
Com o objetivo, então, de debater com a sociedade A mulher e os desafios da emancipação e mobilizar as pessoas para a questão do combate à pobreza e à desigualdade, assim como articular e criar sinergias entre as dimensões nacionais, regionais e internacionais, a Chamada Global para a Ação contra a Pobreza na América Latina e Caribe terá assim, como atividade central do calendário deste ano, um evento político-cultural realizado em três locais (Brasília, Fortaleza e Lima, no Peru), com foco na relação entre pobreza, desigualdade e gênero.
Spots de rádio
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Spots de vídeo
1. Filme 30" 2. Filme 60"























